Além da compra de indulgências

Por Amália Safatle
Uma audiência pública realizada em meados de novembro, na Câmara Municipal de São Paulo, colocou em discussão de que forma as ferramentas da gestão privada podem ser usadas na administração pública.  O objetivo é melhor gerir o patrimônio da sociedade, transformar o cidadão e eleitor em uma voz ativa nas decisões e aprimorar os processos políticos.
Na base desse debate, está o projeto de lei do advogado Paulo Lomar, que propõe mudanças na Lei Orgânica do Município, definindo que o prefeito apresente um programa de governo para todo o mandato.  Nesse plano, deve estabelecer com detalhe metas e objetivos, e divulgar com transparência os indicadores da cidade, de forma a permitir o acompanhamento por parte do cidadão.  Assim como fazem as empresas diante de seus acionistas.
“Ao saber que será acompanhado, o prefeito vai colocar um secretário de primeira linha para obter o melhor resultado”, diz Oded Grajew, integrante do Movimento Nossa São Paulo, que está à frente dessa discussão.Grajew cita o exemplo de Bogotá, onde o cidadão vota no melhor programa de governo e há um sistema transparente e detalhado de informações que permite o acompanhamento dos resultados.  Resta saber se a sociedade conseguirá pressionar pela aprovação do projeto de lei, já que para os políticos isso vai implicar cobrança por um melhor desempenho.  Se aprovado nas comissões de Administração Pública e Finanças, irá a plenário na Câmara.
Por Amália Safatle
Uma audiência pública realizada em meados de novembro, na Câmara Municipal de São Paulo, colocou em discussão de que forma as ferramentas da gestão privada podem ser usadas na administração pública.  O objetivo é melhor gerir o patrimônio da sociedade, transformar o cidadão e eleitor em uma voz ativa nas decisões e aprimorar os processos políticos.
Na base desse debate, está o projeto de lei do advogado Paulo Lomar, que propõe mudanças na Lei Orgânica do Município, definindo que o prefeito apresente um programa de governo para todo o mandato.  Nesse plano, deve estabelecer com detalhe metas e objetivos, e divulgar com transparência os indicadores da cidade, de forma a permitir o acompanhamento por parte do cidadão.  Assim como fazem as empresas diante de seus acionistas.
“Ao saber que será acompanhado, o prefeito vai colocar um secretário de primeira linha para obter o melhor resultado”, diz Oded Grajew, integrante do Movimento Nossa São Paulo, que está à frente dessa discussão.Grajew cita o exemplo de Bogotá, onde o cidadão vota no melhor programa de governo e há um sistema transparente e detalhado de informações que permite o acompanhamento dos resultados.  Resta saber se a sociedade conseguirá pressionar pela aprovação do projeto de lei, já que para os políticos isso vai implicar cobrança por um melhor desempenho.  Se aprovado nas comissões de Administração Pública e Finanças, irá a plenário na Câmara.

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