Cachorro louco, não

Por Amália Safatle
A campanha junto ao Canal Motoboy não esclarece apenas sobre o problema do óleo despejado no ambiente.  Aborda a questão do descarte do pneus e da bateria e busca ampliar a consciência do motoqueiro sobre os problemas ambientais que ele enxerga de cima de sua moto, nas constantes viagens pelos vários cantos da cidade.  Lixo jogado, poluição do ar, tudo passa freneticamente pelas retinas – e já pode ficar registrado em arquivos fotográficos.  Agora, com celulares que tiram fotos, divulgadas imediatamente na internet, é mais fácil captar a realidade socioambiental em que vivem, entendê-la e tentar mudá-la.
Antoni Abad é um artista plástico catalão que recentemente prescrutou o dia-a-dia dos motoqueiros paulistanos e envolveu-os nesse projeto fotográfico de características sociais, ambientais e culturais.  Com apoio da Telefonica e dos centros culturais de São Paulo e da Espanha, os celulares são distribuídos aos motoboys – alvos de preconceito e vítimas da violência no trânsito – e o resultado é mostrado em exposições culturais.
Abad, que mantém o site www.zexe.net, trabalha com os motoqueiros de São Paulo, e outras classes discriminadas, como axistas no México, prostitutas em Madri, usuários de cadeira de rodas em Barcelona, imigrantes nicaraguenses na Costa Rica e ciganos na Espanha.
Por Amália Safatle
A campanha junto ao Canal Motoboy não esclarece apenas sobre o problema do óleo despejado no ambiente.  Aborda a questão do descarte do pneus e da bateria e busca ampliar a consciência do motoqueiro sobre os problemas ambientais que ele enxerga de cima de sua moto, nas constantes viagens pelos vários cantos da cidade.  Lixo jogado, poluição do ar, tudo passa freneticamente pelas retinas – e já pode ficar registrado em arquivos fotográficos.  Agora, com celulares que tiram fotos, divulgadas imediatamente na internet, é mais fácil captar a realidade socioambiental em que vivem, entendê-la e tentar mudá-la.
Antoni Abad é um artista plástico catalão que recentemente prescrutou o dia-a-dia dos motoqueiros paulistanos e envolveu-os nesse projeto fotográfico de características sociais, ambientais e culturais.  Com apoio da Telefonica e dos centros culturais de São Paulo e da Espanha, os celulares são distribuídos aos motoboys – alvos de preconceito e vítimas da violência no trânsito – e o resultado é mostrado em exposições culturais.
Abad, que mantém o site www.zexe.net, trabalha com os motoqueiros de São Paulo, e outras classes discriminadas, como axistas no México, prostitutas em Madri, usuários de cadeira de rodas em Barcelona, imigrantes nicaraguenses na Costa Rica e ciganos na Espanha.

Deixe uma resposta