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Informação para o novo século

Edição 02

01.10.2006

Relatórios atualizados

0 por Denise Juliani # em 02, Revista

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Lançada no início de outubro, a nova versão das diretrizes – o G3 – alargou o espectro do indicador sobre mudanças climáticas para incluir não só as implicações financeiras para as empresas (leia reportagem sobre riscos climáticos nesta edição) como os impactos para o próprio negócio.

O GRI é uma organização não governamental com sede na Holanda, que trabalha desde 2002 no desenvolvimento de um padrão global para demonstrativos de atividades empresariais nas áreas social e ambiental.

“O GRI se propõe a criar indicadores de sustentabilidade que sejam comparáveis e possam ser utilizados por pessoas em todo o mundo”, diz Christopher Wells, superintendente da área de risco socioambiental do banco ABN Amro Real.

Entre as inovações do G3, cujo desenvolvimento consumiu mais de três anos, está a criação de três níveis de comprometimento com a sustentabilidade. Para Wells, isso permitirá a adoção do modelo por mais empresas. Atualmente, 895 companhias utilizam os critérios do GRI em seus relatórios não-financeiros, sendo 129 de países emergentes e 19 brasileiras.

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Revista Página 22 - Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP - FGV
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