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Informação para o novo século

Edição 11

01.08.2007

Melhor distribuição

0 por P22 # em 11, Revista

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Por Flavia Pardini
Investidores socialmente responsáveis comemoram a venda de 90% das ações da Fidelity Investments na PetroChina, estatal de petróleo chinesa acusada de alimentar o conflito étnico em Darfur ao explorar e comprar petróleo do Sudão.  A Fidelity — uma das maiores provedoras de serviços financeiros do mundo, com sede em Boston e ativos administrados de cerca de US$ 1,5 trilhão — nega que o envolvimento dos chineses em Darfur tenha sido o motivo.
A Fidelity vem sendo pressionada por grupos de direitos humanos que acusam empresas com negócios na região de Darfur de sustentar o governo sudanês e seu apoio à ação de milícias armadas no Oeste do país — estima-se que mais de 200 mil pessoas tenham morrido em conseqüência do conflito.  Ainda assim, a empresa disse que a venda das ações da PetroChina na Bolsa de Nova York não foi uma resposta ao movimento, mas decisão dos gestores de fundos da Fidelity, tendo em vista o interesse financeiro de seus clientes.  Nos últimos quatro anos, o investimento em ações da PetroChina registrou retorno de quase 90%.
“A ação da Fidelity, embora significativa, é apenas um primeiro passo”, diz o website de uma das campanhas, Fidelity Out of Sudan.  “A Fidelity ainda é uma grande acionista na PetroChina por meio de ações compradas na Bolsa de Hong Kong.” Outros administradores de recursos venderam participações na PetroChina.

Por Flavia Pardini

Investidores socialmente responsáveis comemoram a venda de 90% das ações da Fidelity Investments na PetroChina, estatal de petróleo chinesa acusada de alimentar o conflito étnico em Darfur ao explorar e comprar petróleo do Sudão.  A Fidelity — uma das maiores provedoras de serviços financeiros do mundo, com sede em Boston e ativos administrados de cerca de US$ 1,5 trilhão — nega que o envolvimento dos chineses em Darfur tenha sido o motivo.

A Fidelity vem sendo pressionada por grupos de direitos humanos que acusam empresas com negócios na região de Darfur de sustentar o governo sudanês e seu apoio à ação de milícias armadas no Oeste do país — estima-se que mais de 200 mil pessoas tenham morrido em conseqüência do conflito.  Ainda assim, a empresa disse que a venda das ações da PetroChina na Bolsa de Nova York não foi uma resposta ao movimento, mas decisão dos gestores de fundos da Fidelity, tendo em vista o interesse financeiro de seus clientes.  Nos últimos quatro anos, o investimento em ações da PetroChina registrou retorno de quase 90%.

“A ação da Fidelity, embora significativa, é apenas um primeiro passo”, diz o website de uma das campanhas, Fidelity Out of Sudan.  “A Fidelity ainda é uma grande acionista na PetroChina por meio de ações compradas na Bolsa de Hong Kong.” Outros administradores de recursos venderam participações na PetroChina.

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Revista Página 22 - Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP - FGV
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