<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Página 22 &#187; COP 15</title>
	<atom:link href="http://pagina22.com.br/index.php/tag/cop-15/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pagina22.com.br</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Sep 2010 03:26:22 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Em direção aos 3 graus</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2010/05/em-direcao-aos-3-graus/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2010/05/em-direcao-aos-3-graus/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 May 2010 18:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[41]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=7277</guid>
		<description><![CDATA[O Acordo de Copenhague, assinado por 76 países depois da fracassada reunião em dezembro passado sobre mudanças climáticas, tem como objetivo limitar o aumento da temperatura global média em 2 graus.  Mas, de acordo com estudo feito por uma equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Acordo de Copenhague, assinado por 76 países depois da fracassada reunião em dezembro passado sobre mudanças climáticas, tem como objetivo limitar o aumento da temperatura global média em 2 graus.  Mas, de acordo com estudo feito por uma equipe do Potsdam Institute for Climate Impact Research e publicado na revista <em>Nature</em>, é mais provável que leve a um aumento de 3 graus até 2100.</p>
<p>Os cientistas analisaram as metas prometidas pelos países signatários do acordo e concluíram que as emissões anuais de gases de efeito estufa devem aumentar entre 10% e 20% em relação aos níveis atuais até 2020.  Isso porque, na falta de um acordo global mandatário, cada país deve cumprir o patamar mais baixo de sua meta.  Além disso, os pesquisadores consideraram brechas que permitem aos países emitir mais do que o prometido oficialmente.  Os cientistas alertam que, para começar a reverter o quadro, é essencial que um acordo mais ambicioso do que o de Copenhague seja alcançado nos próximos dois anos</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2010/05/em-direcao-aos-3-graus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entre a cruz e a caldeirinha</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/entre-a-cruz-e-a-caldeirinha/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/entre-a-cruz-e-a-caldeirinha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 11:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Pardini</dc:creator>
				<category><![CDATA[De lá pra cá]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[cap-and-trade]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flavia Pardini]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Rudd]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5626</guid>
		<description><![CDATA[A mudança climática ainda não contaminou a geopolítica global – vide o desfecho da reunião de Copenhague –, mas em alguns países a política está totalmente dominada pelo debate sobre as emissões de gases de efeito estufa. A Austrália é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/oxfam/3943747401/"><img class="alignleft size-medium wp-image-5627" title="http://www.flickr.com/photos/oxfam/3943747401/" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/3943747401_691a551c37-297x198.jpg" alt="http://www.flickr.com/photos/oxfam/3943747401/" width="297" height="198" /></a>A mudança climática ainda não contaminou a geopolítica global – vide o desfecho da reunião de Copenhague –, mas em alguns países a política está totalmente dominada pelo debate sobre as emissões de gases de efeito estufa. A Austrália é um dos casos mais significativos.</p>
<p>Em 2 de dezembro, às vésperas da COP15, o Senado australiano rejeitou pela segunda vez o projeto do governo que cria um esquema de <em>cap-and-trade</em> de emissões (Carbon Pollution Reduction Scheme, ou CPRS). Como a Câmara havia aprovado o projeto, a dupla rejeição pelos senadores dá ao primeiro-ministro Kevin Rudd, do Partido Trabalhista, a possibilidade de dissolver as duas casas e convocar eleições antecipadas. Se isso ocorrer, no coração da disputa estarão as mudanças climáticas e as ações para combatê-la no continente mais seco e um dos mais altos emissores per capita do mundo.</p>
<p>A oposição ao governo, a coalizão entre os partidos Liberal e Nacional, vem com chumbo grosso. Ao derrotar o projeto no Senado em dezembro, os Liberais foram contra a orientação do então líder, o ex-ministro do Meio Ambiente Malcom Turnbull – que, apesar de criticar o projeto do governo, apoiava a criação de um esquema de <em>cap-and-trade</em>. Turnbull acabou substituído por Tony Abbott, um dos mais conservadores políticos australianos e cético declarado em relação ao aquecimento global. Abbott assumiu a liderança argumentando que o CPRS não passa de um “grande imposto” sobre a economia australiana.</p>
<p>Para piorar, o desfecho de Copenhague deixou Rudd entre a cruz e a caldeirinha. O chamado Acordo de Copenhague, sem metas ou prazos obrigatórios, apenas compila os objetivos voluntários apresentados pelos países – no caso da Austrália, redução das emissões de 5% a 25% sobre os níveis de 2000 até 2020.</p>
<p>O país se comprometeu a reduzir 5% incondicionalmente, e a aumentar para 25%, dependendo do resultado das negociações globais. Ao longo de 2009, Rudd tentou convencer os senadores a aprovar o projeto do CPRS antes da COP15, alegando “impertativo moral” por parte da Austrália e o incentivo às demais nações. Agora, com o resultado frágil de Copenhague e a eleição de Abbott como líder dos Liberais, o governo terá ainda mais dificuldade de aprovar o projeto.</p>
<p>Uma das saídas seria negociar com o Partido Verde, que até agora manteve-se aliado à oposição para bloquear o projeto, não por ser contra o esquema proposto pelo governo, mas por defender meta mais ambiciosa: 40% de redução de emissões até 2020. Se quiser o apoio dos verdes, Rudd provavelmente terá de elevar suas metas. Mas aí o sapato aperta do outro lado: a resistência de setores poluidores é tão grande que o governo teve de rever o projeto duas vezes para ampliar compensações a indústrias como as de carvão e de alumínio.</p>
<p>Outra alternativa é reapresentar o projeto – como o governo anunciou que fará em 2 de fevereiro de 2010 –, torcer para que seja rejeitado novamente e então dissolver o Parlamento e convocar eleições. Nesse caso, a aposta de Rudd seria a de que o eleitorado continua defendendo uma Austrália progressista na questão climática, assim como em 2007 quando derrotou o governo do Liberal John Howard.</p>
<p>Se as pesquisas de opinião servem de referência, uma <a href="http://www.roymorgan.com/news/polls/2009/4435/" target="_blank">realizada em novembro </a>mostrou que a porcentagem de australianos que acreditam que “se não agirmos agora será muito tarde” caiu de 67% em 2006 para 52%. Os que acham que as preocupações com a mudança do clima são exageradas aumentou de 13% para 30%. O apoio ao projeto do CPRS diminuiu de 55% em agosto de 2009 para 50% em novembro.</p>
<p>Por fim, o governo pode não usar o gatilho de eleições antecipadas e esperar que o discurso inflamado de Abbott perca o brilho com o eleitorado. O que será da mudança climática politicamente na Austrália, a esta altura, é uma incógnita. O que já se vê claramente são os indícios da estação de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bushfires_in_Australia" target="_blank">incêndios</a>, que neste ano que finda matou centenas de pessoas.</p>
<p>Leia também reportagem sobre a <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2007/07/pegada-singular/" target="_blank">pegada climática australiana</a> e <a href="  http://pagina22.com.br/index.php/2008/02/o-xadrez-do-mundo/" target="_blank">entrevista </a>que comenta a eleição de Rudd em 2007.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/entre-a-cruz-e-a-caldeirinha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O fim da conferência</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/cop-termina-sem-acordo-legalmente-vinculante/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/cop-termina-sem-acordo-legalmente-vinculante/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 22:29:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Global do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5566</guid>
		<description><![CDATA[A conferência da ONU para o Clima, em Copenhague (COP 15), termina sem um acordo incisivo, mas sim com um documento que é uma espécie de declaração política formal, sem metas obrigatórias e assinado pelos países que quiserem, sem unanimidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5589" class="wp-caption alignleft" style="width: 223px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/byebye_5371-s.jpg"><img class="size-medium wp-image-5589" title="Foto de www.iisd.com" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/byebye_5371-s-213x198.jpg" alt="Foto de www.iisd.com" width="213" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de www.iisd.com</p></div>
<p>A conferência da ONU para o Clima, em Copenhague (COP 15), termina sem um acordo incisivo, mas sim com um documento que é uma espécie de declaração política formal, sem metas obrigatórias e assinado pelos países que quiserem,<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u668986.shtml" target="_blank"> sem unanimidade entre os presentes.</a></p>
<p>(<em>Texto atualizado na manhã de sábado, 19, com mais informaçõe</em>s)</p>
<p>Depois de duas semanas intensas de negociações, a COP chega ao fim como todos temiam: com decisões fraquíssimas e poucos avanços efetivos.</p>
<p>Negociadores passaram a madrugada do sábado em busca do aperfeiçoamento do texto final do acordo, que deve determinar que <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091219/not_imp484636,0.php" target="_blank">o aumento médio da temperatura global deve ser no máximo de 2 graus</a> celsius (sem explicar como um aumento maior será evitado).</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u668974.shtml" target="_blank">Segundo agências internacionais, </a>o documento estabelece a doação de um total de 30 bilhões de dólares, nos próximos três anos, para os países mais pobres enfrentarem os efeitos da mudança climática, e 100 bilhões de dólares a cada ano a partir de 2020 para alívio e adaptação.</p>
<p><strong>A posição norte-americana</strong></p>
<p>Dois dos maiores jornais norte-americanos &#8212; o The New York Times e o The Wall Street Journal &#8212; anunciaram no final da tarde de sexta-feira (18) que o governo dos Estados Unidos considerou o acordo traçado até então como &#8220;significativo&#8221;, mas ainda muito mais fraco e vago do que se esperava. &#8220;Não é o suficiente para combater a ameaça da mudança climática, mas é um importante primeiro passo&#8221;, <a href="http://www.nytimes.com/2009/12/19/science/earth/19climate.html?_r=2&amp;pagewanted=all" target="_blank">disse uma autoridade dos EUA ao jornal The New York Times.</a></p>
<div id="attachment_5589" class="wp-caption alignright" style="width: 223px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/byebye_5371-s.jpg"><img class="size-medium wp-image-5589" title="Foto de www.iisd.com" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/byebye_5371-s-213x198.jpg" alt="Foto de www.iisd.com" width="213" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de www.iisd.com</p></div>
<p><a href="http://online.wsj.com/article/SB126112727324796837.html?mod=WSJ_hpp_LEFTTopStories" target="_blank">Já o The Wall Street Journal disse</a> que o documento foi traçado entre a Casa Branca e China, Brasil, Índia e África do Sul, e que os países desenvolvidos e em desenvolvimento aceitaram listar seus compromissos para reduzir a emissão de gases do efeito estufa.</p>
<p>O acordo não é legalmente vinculante, como disse o presidente norte-americano Barack Obama em pronunciamento oficial transmitido pelo site da Casa Branca. Ele se retirou da COP antes da apresentação do documento final, e disse que os negociadores norte-americanos estavam prontos para assinar o que já estava encaminhado.</p>
<p><strong>Vergonha!</strong></p>
<p>&#8220;O Acordo de Copenhagen será um documento vazio de substância. Vergonha!&#8221;, escreveu Tasso de Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente que assessora os negociadores brasileiros na COP, na plataforma de microblog Twitter.</p>
<p>Lula deixou Copenhague rumo ao Brasil no final da tarde de sexta-feira, enquanto líderes de outras partes do mundo ainda negociavam um possível acordo. Antes da apresentação de uma versão oficial do documento, jornalistas brasileiros em Copenhague diziam que o principal negociador brasileiro e a chefe da delegação nacional, a ministra Dilma Rousseff, já haviam se retirado do Bella Center.</p>
<p>Durante a sexta-feira, o premiê da China, Wen Jiabao,  deixou de comparecer a duas reuniões que agregaram líderes mundiais em busca de um documento final. <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u668553.shtml" target="_blank">Jiabao mandou em seu lugar um oficial do governo. </a>Posteriormente ele se reuniu com Barack Obama e outras autoridades internacionais.</p>
<p>A conferência contou com inúmeros <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/vazamento-reacende-debate-sobre-divisao-do-grupo-dos-paises-pobres/" target="_blank">documentos vazados desde os seus primeiros momentos</a>; <a href="A desforra dos mais vulneráveis" target="_blank">países que se retiraram das conversas</a>; <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/gef-tera-de-obedecer-a-cop-para-operar-dinheiro-do-fundo-climatico/" target="_blank">impasses enormes quanto à questão de ajuda financeira a países pobres</a>; <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/situacao-inedita-numa-cop-megarrestricao-as-ongs-esvazia-bella-center/" target="_blank">representantes da sociedade civil já credenciados que foram impedidos entrar no pavilhão das conversas </a>e <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/a-conta-gotas/" target="_blank">suspense quanto à participação do presidente norte-americano Barack Obama</a> no último dia da reunião. <a href="http://pagina22.com.br/index.php/tag/direto-de-copenhague/" target="_blank">Veja a cobertura completa da Página 22 direto de Copenhague. </a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/cop-termina-sem-acordo-legalmente-vinculante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Presidente da COP15 renuncia</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/presidente-da-cop-15-renuncia/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/presidente-da-cop-15-renuncia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 13:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5438</guid>
		<description><![CDATA[Connie Hedegaard, ministra dinamarquesa do Clima e da Energia e presidente da conferência da ONU para as mudanças climáticas, que acontece em Copenhague, renunciou ao cargo nesta quarta-feira.
Segundo relatos da imprensa internacional, ela vinha sendo acusada por representantes de países [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5440" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/hedegaarded.jpg"><img class="size-medium wp-image-5440" title="Connie Hedegaard, ministra do Clima e da Energia da Dinamarca -- foto do blog da COP 15 " src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/hedegaarded-300x164.jpg" alt="Connie Hedegaard, ministra do Clima e da Energia da Dinamarca -- foto do blog da COP 15" width="300" height="164" /></a><p class="wp-caption-text">Connie Hedegaard, ministra do Clima e da Energia da Dinamarca -- foto do blog da COP 15</p></div>
<p>Connie Hedegaard, ministra dinamarquesa do Clima e da Energia e presidente da conferência da ONU para as mudanças climáticas, que acontece em Copenhague, renunciou ao cargo nesta quarta-feira.</p>
<p>Segundo relatos da <a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/16/connie-hedegaard-copenhagen-resigns" target="_blank">imprensa internacional</a>, ela vinha sendo acusada por representantes de países em desenvolvimento, principalmente africanos, de querer beneficiar as nações mais ricas durante as negociações, além de sofrer fortes críticas pela imprensa dinamarquesa.  Ela será substituída pelo primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen.</p>
<p>Ela justificou a decisão dizendo que será mais apropriado que o primeiro-ministro dinamarquês receba o grande número de chefes de Estado que devem desembarcar na capital nos próximos em busca de um documento final para a Cúpula.  Até o final da semana, ela deve continuar fazendo consultas informais como membro da Presidência.  Segundo o jornal britâncio The Guardian, a mudança de presidência da COP já era prevista e foi conversada entre os premiês da Grã-Bretanha, Austrália e Dinamarca em reunião na noite do dia 15.</p>
<p>O clima tenso em Copenhague começa a se intensificar com a aproximação do final da semana e o aumento do número de manifestantes nas ruas da cidade, principalmente após <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/organizacao-da-cop-15-restringe-acesso-ao-bella-center/" target="_blank">desorganização para a entrada de inscritos no Bella Center</a>. A pressão principal é para que <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/cop-15-nao-destrava-impasse-sobre-cortes-nas-emissoes/" target="_blank">se chegue ao consenso quanto a pontos cruciais das questões climáticas</a>, entre os quais estão as metas de redução de emissões de países desenvolvidos e o financiamento a longo prazo de ações em países em desenvolvimento.</p>
<p><strong>Chefes em ação</strong></p>
<p>Chefes de Estado da Alemanha, França e Grã-Bretanha já se reuniram para apresentar na COP uma proposta para o impasse quanto ao financiamento de países pobres e assim satisfazer parte dos anseios de países subdesenvolvidos, principalmente os africanos<a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2009/12/16/chefes-de-estado-ja-assumiram-controle-250473.asp" target="_blank">. De acordo com a jornalista Miriam Leitão</a>, o presidente norte-americano Barack Obama mandou a secretária de Estado Hillary Clinton para resolver impasses ainda existentes antes dele próprio chegar a Copenhague.</p>
<p><strong>Lula lá</strong></p>
<p>O presidente Lula já está em Copenhague, e passou a manhã reunido com membros da delegação brasileira para acertar posturas apresentadas pelo País nas reuniões com presença de chefes de Estado que começam a partir de hoje na Conferência, como<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/12/16/materia.2009-12-16.2160984183/view" target="_blank"> noticia a Agência Brasil.</a></p>
<p>De acaordo com o  assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia,  é necessário que haja avanço nas negociações já realizadas até agora e é importante que países desenvolvidos flexibilizem a postura que adotaram até o momento para se chegar a um entendimento.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/presidente-da-cop-15-renuncia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>EUA e Colômbia desfiguram proposta para florestas</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/eua-e-colombia-desfiguram-proposta-para-florestas/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/eua-e-colombia-desfiguram-proposta-para-florestas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 08:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Direto de Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Redd]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5433</guid>
		<description><![CDATA[Adendos inseridos pelos dois países enfraquecem Redd, segundo Tasso Azevedo, consultor do MMA
Os adendos dos Estados Unidos e a Colômbia inseridos na ultima versão do texto sobre o mecanismo de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd), desfiguraram uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5434" class="wp-caption alignleft" style="width: 307px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/DSC_5009-gore_s.jpg"><img class="size-medium wp-image-5434" title="Al Gore, senador dos EUA, conversa com Ban Ki-Moon, secretário-geral da ONU -- foto de www.iisd.ca" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/DSC_5009-gore_s-297x198.jpg" alt="Al Gore, senador dos EUA, conversa com Ban Ki-Moon, secretário-geral da ONU -- foto de www.iisd.ca" width="297" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Al Gore, senador dos EUA, conversa com Ban Ki-Moon, secretário-geral da ONU -- foto de www.iisd.ca</p></div>
<p><em>Adendos inseridos pelos dois países enfraquecem Redd, segundo Tasso Azevedo, consultor do MMA</em></p>
<p>Os adendos dos Estados Unidos e a Colômbia inseridos na ultima versão do texto sobre o mecanismo de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd), desfiguraram uma proposta que já estava azeitada para ser apreciada pelos ministros no segmento de alto nível da COP-15, que começa nesta quarta-feira.</p>
<p>Os trechos inseridos pelos dois países abrem caminho para a compra de créditos de carbono do Redd diretamente dos projetos que serão realizados na floresta para conter o desmatamento e conservar os estoques de carbono. São os chamados<em>offsets</em> (créditos de carbono de países em desenvolvimento que compensam parte das emissões de empresas nos países ricos).</p>
<p>Segundo Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente que assessora os negociadores brasileiros na COP-15, a operação com projetos, sem relação com um esquema nacional para o Redd, fragiliza o instrumento, apesar de facilitar a compra de créditos por empresas localizadas em países desenvolvidos, sobretudo os Estados Unidos.</p>
<p>O Brasil defende que as operações de Redd sejam implementadas em âmbito nacional. Desse modo, o dinheiro de doações e <em>offsets</em> seria repassado a um fundo, que o aplicaria segundo as prioridades do país para proteger as florestas. Nesse modelo nacional de governança do Redd, seria mais fácil, entende o Brasil, evitar que as emissões tolhidas em uma área vazassem para outra onde houvesse menor presença policial, por exemplo.</p>
<p>No sistema de créditos gerados por projetos individuais, o país enfrentaria maior dificuldade para monitorar eventuais vazamentos das emissões (deslocamento da frente de desmatamento para áreas com menor presença do Estado).</p>
<p>A lei de clima e energia em tramitação no Senado dos EUA prevê a possibilidade de compra anual de 2 bilhões de toneladas de CO2 equivalente em <em>offsets</em>. Créditos equivalentes a 1 bilhão de toneladas anuais poderiam ser comprados de projetos de desmatamento evitado nos países em desenvolvimento.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/eua-e-colombia-desfiguram-proposta-para-florestas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>China abre mão de recursos de fundo climático</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/china-abre-mao-de-recursos-de-fundo-climatico/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/china-abre-mao-de-recursos-de-fundo-climatico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 15:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Global do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[fundo de financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[He Yatei]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5379</guid>
		<description><![CDATA[Em movimento inesperado, a China abriu mão de receber financiamento para ações de combate às mudanças climáticas. A questão do financiamento segue como um dos grandes impasses para o estabelecimento de um acordo até o final desta semana, durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5380" class="wp-caption alignleft" style="width: 307px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/He-Yatei-durante-uma-coletiva-de-imprensa-em-Copenhague-foto-de-www.iisd.ca.jpg"><img class="size-medium wp-image-5380" title="He Yatei, durante uma coletiva de imprensa em Copenhague -- foto de www.iisd.ca" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/He-Yatei-durante-uma-coletiva-de-imprensa-em-Copenhague-foto-de-www.iisd.ca-297x198.jpg" alt="He Yatei, durante uma coletiva de imprensa em Copenhague -- foto de www.iisd.ca" width="297" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">He Yatei, durante uma coletiva de imprensa em Copenhague -- foto de www.iisd.ca</p></div>
<p>Em movimento inesperado, a China abriu mão de receber financiamento para ações de combate às mudanças climáticas. A questão do financiamento segue como um dos grandes impasses para o estabelecimento de um acordo até o final desta semana, durante a Conferência Global do Clima em Copenhague.</p>
<p>Em <a href="http://www.ft.com/cms/s/0/b261d086-e81c-11de-8a02-00144feab49a.html?nclick_check=1m" target="_blank">entrevista ao jornal Financial Times</a><a href="http://www.ft.com/cms/s/0/b261d086-e81c-11de-8a02-00144feab49a.html?nclick_check=1m"></a>, o vice-chanceler chinês He Yafei, afirmou que o dinheiro de ajuda deve seguir rumo aos países mais pobres, que a China não será impedimento para que se chegue a um acordo e que alguns países desenvolvidos querem culpar os chineses por um possível fracasso da COP.</p>
<p>“Sei que as pessoas dirão, se não houver acordo, que a culpa é da China.  Mas isso é uma armadilha dos países desenvolvidos.  Eles têm de olhar para suas próprias posições e não usar a China como uma desculpa.  Isso não é justo&#8221;, disse He. Leia <a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/internacional/97/6000060/china-faz-concessao-e-admite-ficar-sem-ajuda-financeira&amp;scrollX=0&amp;scrollY=830&amp;tamFonte=" target="_blank">matéria em português do jornal Valor Econômico.</a></p>
<p>Essa concessão por parte dos chineses sinaliza uma importante mudança de rumos entre os países emergentes. O Brasil, até o momento, adota posição diferente nas negociações. Em pronunciamento oficial durante o final de semana, a chefe da delegação brasileira na COP, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, afirmou que dinheiro do mecanismo financeiro da Convenção do Clima poderá ser operado pelo Banco Mundial, <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/dilma-admite-fundo-no-banco-mundial/" target="_blank">mas sob poder decisório da COP</a>.</p>
<p>Esse fundo terá poder para financiar ações em adaptação e mitigação das emissões de gases do efeito estufa nos países em desenvolvimento, que teria um grupo de gestores com equilíbrio de representantes entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Dilma defende que esse dinheiro não será uma doação, “estamos falando de financiamento”, em suas palavras.</p>
<p>O Brasil também irá colaborar com o tal fundo futuro? Para Dilma, quem tem que colocar dinheiro são os ricos, mas os países em desenvolvimento continuariam isentos de uma obrigatoriedade. “Pode haver contribuições voluntárias de quem acha que pode contribuir para este fundo.  É como um objetivo.  A gente não tem objetivo obrigatório.  Quem quiser contribuir, pode”, como <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/12/13/materia.2009-12-13.7909855149/view" target="_blank">noticia a Agência Brasil.</a></p>
<p><strong>Países africanos saem de cena</strong></p>
<p>Um grupo de países africanos &#8212; liderado pela Algéria, com apoio da Nigéria e da África do Sul &#8212; seguido por outros países em desenvolvimento chegou a paralisar as negociações na Conferência Global do Clima, em Copenhague, ao se retirar das mesas de conversas, alegando que os dirigentes das negociações estão tentando acabar com o Protocolo de Kyoto, além de tentar deixar o grupo “de lado” nas negociações. <a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/14/copenhagen-g77-africa-kyoto-suspended" target="_blank">(leia matéria em inglês do Guardian)</a>. Depois de algumas horas ausentes, os países voltaram a negociar sob garantia de que suas propostas seriam mais consideradas.</p>
<p>O continente africano é uma das regiões do mundo que serão mais diretamente afetadas pelas consequências das mudanças climáticas, e anteriormente na semana os países africanos já sinalizavam que seus líderes não iriam a Copenhague para assinar acordo algum a não ser que <a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/13/copenhagen-climate-summit-poor-nations" target="_blank">avanços significativos fossem feitos.</a> <a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/13/copenhagen-climate-summit-poor-nations"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/china-abre-mao-de-recursos-de-fundo-climatico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os protestos em Copenhague em imagens</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 13:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[protestos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5346</guid>
		<description><![CDATA[O sábado (12/12) foi marcado como um dia de fortes protestos da sociedade por um acordo climático responsável em Copenhague. De acordo com os organizadores da manifestação, cerca de 100 mil pessoas tomaram as ruas centrais de Copenhague, e cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sábado (12/12) foi marcado como um dia de fortes protestos da sociedade por um acordo climático responsável em Copenhague. De acordo com os organizadores da manifestação, cerca de 100 mil pessoas tomaram as ruas centrais de Copenhague, e cerca de <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,policia-detem-600-manifestantes-em-copenhague,481058,0.htm" target="_blank">600 deles foram detidos pela polícia dinamarquesa.</a> Veja na galeria ao lado imagens do dia, e assista abaixo vídeos das manifestações.</p>
<a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a> <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a> <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a> <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a> <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/os-protestos-em-imagens/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dilma admite Banco Mundial na operação de fundo climático</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/dilma-admite-fundo-no-banco-mundial/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/dilma-admite-fundo-no-banco-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 11:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Direto de Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5336</guid>
		<description><![CDATA[Ministra disse em Copenhague que dinheiro do mecanismo financeiro da Convenção do Clima poderá ser operado por instituição, mas sob poder decisório da COP
O governo admitiu oficialmente que o mecanismo financeiro do novo acordo climático poderá ser operado pelo Banco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5339" class="wp-caption alignleft" style="width: 287px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dilmalula.jpg"><img class="size-medium wp-image-5339" title="O Presidente Lula conversa com a ministra Dilma Rousseff dias antes dela partir para Copenhague -- foto de Wilson Dias/Agência BrasilDiasDias" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dilmalula-277x198.jpg" alt="O Presidente Lula conversa com a ministra Dilma Rousseff dias antes dela partir para Copenhague -- foto de Wilson Dias/Agência Brasil" width="277" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">O Presidente Lula conversa com a ministra Dilma Rousseff dias antes dela partir para Copenhague -- foto de Wilson Dias/Agência Brasil</p></div>
<p><em>Ministra disse em Copenhague que dinheiro do mecanismo financeiro da Convenção do Clima poderá ser operado por instituição, mas sob poder decisório da COP</em></p>
<p>O governo admitiu oficialmente que o mecanismo financeiro do novo acordo climático poderá ser operado pelo Banco Mundial, como adiantou a Página 22 nas reportagens <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/gef-tera-de-obedecer-a-cop-para-operar-dinheiro-do-fundo-climatico/" target="_blank">“O poder nos fundos climáticos”</a> e <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/brasil-cogita-solucao-para-fundo/" target="_blank">“Brasil cogita solução para fundo”</a>, publicadas nos últimos dias 11 e 12 de dezembro, respectivamente.</p>
<p>Na entrevista que concedeu à imprensa brasileira em Copenhague na noite de domingo (dia 13), a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, disse que o fundo global do clima, que terá janelas para financiar ações em adaptação e mitigação das emissões de gases-estufa nos países em desenvolvimento, “poderá usar até o Banco Mundial, mas sob a tutela da COP”.</p>
<p>A ministra chegou sábado (12) à capital dinamarquesa e no domingo participou de uma reunião de ministros dos países signatários da Convenção do Clima, cujo objetivo foi promover avanço nas negociações para um acordo climático global. Provável candidata a presidência da República em 2010 pelo Partido dos Trabalhadores, Dilma é a chefe da delegação brasileira na COP-15.</p>
<p>Oficialmente, o Brasil tem seguido no tema do financiamento a posição do G-77 e China, que propõem a criação de um organismo vinculado à Convenção do Clima para operar o mecanismo financeiro. Porém, os negociadores brasileiros já emitiam sinais nos últimos dias de que, mais importante do que criar uma nova estrutura, seria submeter o fundo ao poder decisório da Conferência das Partes (COP).</p>
<p>Estados Unidos e demais países ricos rechaçam a ideia de instituir uma nova agência financeira. Consideram que esse processo consumiria muito tempo e dinheiro. Para esses países, o Banco Mundial e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) dispõem de experiência e instrumentos prontos para serem utilizados no financiamento das ações climáticas no mundo em desenvolvimento.</p>
<p>A declaração da ministra Dilma confirma que o Brasil trabalha para alcançar uma solução de compromisso na questão do mecanismo financeiro.</p>
<p>Entretanto, a submissão do fundo climático à COP ainda é vista sob perspectiva bastante genérica. Uma COP consegue no máximo aprovar diretrizes gerais para um fundo como o que está sendo discutido em Copenhague, sem conseguir influenciar na gestão do instrumento no dia a dia.</p>
<p>Para tentar resolver o problema, o acordo climático poderia prever a constituição de um conselho gestor do fundo com representação equilibrada entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. O conselho tornaria mais ágil a governança do mecanismo financeiro da convenção.</p>
<p>Um negociador que prefere não ser identificado adverte que a governança e a oferta financeira são dois itens essenciais na discussão sobre financiamento. É ineficaz uma oferta sem governança que reflita interesses dos países em desenvolvimento. O inverso também é verdadeiro, segundo essa fonte. Pode-se ter uma boa governança que sirva para pouca coisa, se o fundo não for irrigado de recursos em volume suficiente para apoiar os países nos seus projetos de mitigação e adaptação.</p>
<p>Na entrevista, Dilma disse que o Brasil atingirá sua meta de redução nas emissões de gases-estufa com menor velocidade se não contar com financiamento externo. Mas não esclareceu se isso significa que o país poderia deixar de cumprir a meta até 2020, como foi anunciado em novembro.</p>
<p>O governo federal trouxe para Copenhague o compromisso de reduzir em 36,1% a 38,9% suas emissões de gases-estufa, medidas em CO2 equivalente, ante o cenário tendencial para 2020 (se nada for feito para mitigar as emissões).</p>
<p>A ministra afirmou que o país não pede doações dos países ricos. “Estamos falando em financiamento.” Ela reiterou, ainda, que a obrigação financeira repousa sobre os ombros dos países desenvolvidos, de acordo com a Convenção do Clima. Os países em desenvolvimento podem efetuar contribuições voluntárias, “mas essa discussão é posterior”. A ministra insistiu na necessidade de os países ricos colocarem na mesa suas ofertas financeiras.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/dilma-admite-fundo-no-banco-mundial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil cogita solução para fundo</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/brasil-cogita-solucao-para-fundo/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/brasil-cogita-solucao-para-fundo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 21:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Direto de Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5314</guid>
		<description><![CDATA[O Brasil poderá aceitar solução para o mecanismo financeiro do futuro acordo climático que não inclua definição sobre o valor de médio prazo na ajuda financeira dos países desenvolvidos às nações em desenvolvimento.
Tal possibilidade estaria condicionada à submissão do mecanismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5315" class="wp-caption alignleft" style="width: 307px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/DSC_8606-brazil_s.jpg"><img class="size-medium wp-image-5315" title="Brasileiro é entrevistado no Bella Center -- foto de www.iisd.ca" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/DSC_8606-brazil_s-297x198.jpg" alt="Brasileiro é entrevistado no Bella Center -- foto de www.iisd.ca" width="297" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Brasileiro é entrevistado no Bella Center -- foto de www.iisd.ca</p></div>
<p>O Brasil poderá aceitar solução para o mecanismo financeiro do futuro acordo climático que não inclua definição sobre o valor de médio prazo na ajuda financeira dos países desenvolvidos às nações em desenvolvimento.</p>
<p>Tal possibilidade estaria condicionada à submissão do mecanismo à conferência das partes da Convenção do Clima (COP) e à exclusão das economias emergentes da obrigação de financiamento, como defendem os países ricos.</p>
<p>A concessão seria uma maneira de facilitar a aprovação de uma decisão na COP-15, que orientaria a negociação de um acordo mais amplo sobre redução nas emissões de gases-estufa, adaptação às mudanças climáticas, financiamento e transferência de tecnologia.</p>
<p>Para os países em desenvolvimento, o pacote financeiro ideal deveria incluir três elementos. Em primeiro lugar, deve estabelecer ajuda emergencial de no mínimo US$ 10 bilhões anuais entre 2010 e 2012.</p>
<p>Em segundo lugar, o pacote precisaria prever assistência finaceira pública de US$ 150 bilhões a US$ 400 bilhões anuais de 2013 a 2020. Por último, o mecanismo financeiro deveria ser vinculado diretamente à Convenção do Clima, por meio da criação de uma espécie de agência, com poder decisório atrelado à COP, em que cada país tem um voto e as decisões são tomadas por consenso.</p>
<p>Em relação ao primeiro ponto, há consenso na COP15 sobre a necessidade de aprovar ajuda emergencial para os países pobres prepararem projetos de mitigação dos gases-estufa e adaptação às mudanças climáticas. Com os projetos prontos até 2012, os países estariam aptos a receber recursos do aporte mais volumoso aguardado para o período 2013-2020.</p>
<p>Até o momento, a União Europeia foi o primeiro signatário da Convenção do Clima a botar sua oferta na mesa para a assistência emergencial. Comprometeu-se aqui em Copenhague com a cifra de US$ 3,5 bilhões anuais, totalizando US$ 10,5 bilhões até 2012.</p>
<p>Os principais obstáculos residem nos dois outros itens do pacote financeiro. Em relação à ajuda de médio prazo, ainda não há propostas oficiais por parte dos países desenvolvidos.</p>
<p>Dificilmente tal oferta aparecerá até o fim da conferência do clima de Copenhague, que termina na próxima sexta-feira. A resolução da pendenga será bastante complicada. Países do grupo guarda-chuva (Estados Unidos, Canadá e Japão) mais a União Europeia querem que os países mais avançados do mundo em desenvolvimento (leia-se Brasil, México, África do Sul, Índia e China) participem da assistência financeira pública de médio prazo.</p>
<p>Mais que isso, alguns desses países, como os EUA, recusam-se mesmo a colocar dinheiro para ações climáticas nos emergentes. Na UE, países do Leste Europeu, liderados pela Polônia, também se opõem a prestar ajuda aos emergentes.</p>
<p>Ante quadro tão adverso na negociação do mecanismo financeiro do acordo climático, os negociadores brasileiros já cogitam aceitá-lo sem o valor da assistência de médio prazo na decisão que será tomada no final da COP-15.</p>
<p>Para isso, a decisão precisaria ser explícita em posicionar o futuro fundo climático sob o poder da conferência das partes. Seria uma solução de compromisso: deixar a definição do valor total do pacote para o ano que vem, mas assegurar desde já um modelo de governança com ampla participação dos países em desenvolvimento, ao contrário do que ocorre no financiamento ambiental corrente, em que os paises ricos, maiores doadores, têm a palavra final sobre o tamanho dos recursos e a forma de repassá-los aos países em desenvolvimento.</p>
<p>Nesse caso, a operação do fundo até poderia ser entregue a uma agência como o Banco Mundial, economizando gastos e burocracia com a montagem de uma nova estrutura. O Brasil, porém, não concorda com a demanda dos paises ricos quanto à inclusão dos emergentes na assistência financeira para ações climáticas no mundo em desenvolvimento.</p>
<p>No entanto, a perspectiva cogitada pelo Brasil não condiz com o discurso oficial do G-77 e China, que insistem em condicionar a aceitação do acordo final de Copenhague à oferta financeira dos países desenvolvidos para a ajuda emergencial e a assistência financeira pública entre 2013 e 2020. O G-77 e China também mantêm a defesa de um novo organismo submetido à COP para operar o mecanismo financeiro do acordo climático.</p>
<p>Como se vê, a cautela demonstrada pelos negociadores brasileiros em Copenhague é coerente com a tentativa de o país funcionar como uma das pontes entre o Primeiro Mundo e o mundo em desenvolvimento. Acredita que tais pontes serão vitais para que a COP-15 não fracasse, estabelecendo as bases para um regime climático mais ambicioso a partir de 2012.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/brasil-cogita-solucao-para-fundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acordo começa a tomar forma</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/acordo-comeca-a-tomar-forma/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/acordo-comeca-a-tomar-forma/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Copenhague]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[negociações climáticas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5301</guid>
		<description><![CDATA[Apesar dos atropelos do começo da semana, parece que as negociações seguem rumo ao estabelecimento de metas novas para os países ricos (velhos poluidores ambientais) assim como para os países emergentes, que têm adotado uma postura de resistência a se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5303" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/DSC_8744-huddle_s.jpg"><img class="size-medium wp-image-5303" title="Consultas durante uma plenária -- foto de www.iisd.ca" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/12/DSC_8744-huddle_s-300x180.jpg" alt="Consultas durante uma plenária -- foto de www.iisd.ca" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Consultas durante uma plenária -- foto de www.iisd.ca</p></div>
<p>Apesar dos atropelos do começo da semana, parece que as negociações seguem rumo ao estabelecimento de metas novas para os países ricos (velhos poluidores ambientais) assim como para os países emergentes, que têm adotado uma postura de resistência a se amarrar a números.</p>
<p>O grupo de trabalho responsável pelo estabelecimento de um acordo após o período de 2012 (AWG-LCA), quando o Protocolo de Kyoto deixa de vigorar, divulgou nesta manhã o esboço de um documento que estabelece parâmetros para ações de países desenvolvidos mas também para aqueles em desenvolvimento, <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/12/11/AR2009121101188.html" target="_blank"> e indica formas como os países ricos financiarão ações climáticas naqueles mais pobres. </a></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091211/not_imp480220,0.php" target="_blank">O novo tratado deve incluir China e Estados Unidos</a>, que não são signatários de Kyoto. O diretor do do Departamento de Meio Ambiente do Itamaraty, Luiz Alberto Figueiredo, é vice-diretor desse grupo e disse ao jornal O Estado de S.Paulo que a intenção é “um texto robusto, com metas e clareza no financiamento.  Se tivermos isso, teremos um protocolo”.</p>
<p>A intenção não é substituir Kyoto, mas criar um documento semelhante com metas obrigatórias e mecanismos de financiamento. A limitação do aumento de temperatura do planeta deve ficar entre 1,5 a 2 graus Celsius, de acordo com agências internacionais, e deixa em aberto, por enquanto, diversas metas possíveis até 2020 para países desenvolvidos (em comparação com 1990: entre 25 e 40%; em 30%; em 40% ou em 45%). E os países em desenvolvimento, que até pouco tempo relutavam em assumir metas, deveriam cortar emissões entre 15% e 30% até 2020, em comparação com o <em>business as usual</em>.</p>
<p>&#8220;As partes deveriam reduzir coletivamente as emissões globais em pelo menos [50/85/95] por cento em relação aos níveis de 1990 até 2050, e deveriam assegurar que as emissões globais continuem a declinar a partir de então&#8221;, disse Michael Zammit Cutajar, que preside o AWG-LCA, <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/12/11/esboco-de-acordo-climatico-preve-limitar-aquecimento-global-entre-15-e-2-graus.jhtm" target="_blank">à imprensa internacional.</a> Os números entre colchetes denotam que ainda não há um acordo quanto ao assunto.</p>
<p>Em anúncio oficial, o Greenpeace disse que o esboço fornece uma possibilidade para que “os chefes de Estado cheguem a um acordo justo, ambicioso e legalmente vinculante na próxima semana, com metas robustas e financiamento a longo prazo”.</p>
<p><strong>O dinheiro virá de onde?</strong></p>
<p>A questão do financiamento a longo prazo segue como crucial nas negociações. A União Europeia anunciou nesta sexta-feira que fornecerá cerca de 7,2 bilhões de euros em financiamento de curto prazo a países em desenvolvimento, válido para os próximso três anos. Hoje,a França anunciou que apoia a ideia britânica de taxar transações financeiras internacionais e assim estabelecer um fundo destinado a países pobres.<a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/11/tax-climate-aid-brown-sarkozy" target="_blank"> Leia matéria do Guardian em inglês.</a></p>
<p>Atualmente, há disputas entre os Estados Unidos e países em desenvolvimento quanto à forma de gerenciamento do dinheiro das agências multilaterais de desenvolvimento – como o Banco Mundial e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), hoje dominadas pelos países ricos. <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/gef-tera-de-obedecer-a-cop-para-operar-dinheiro-do-fundo-climatico/" target="_blank">Leia matéria de José Alberto Gonçalves, que está em Copenhague .</a></p>
<p><strong>Entre pobres e emergentes&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,paises-emergentes-tem-proposta-para-acordo-climatico,479965,0.htm" target="_blank">A China também emitiu um rascunho de acordo,</a> e é seguida pelas maiores economias em desenvolvimento neste discurso, Brasil, Índia e África do Sul &#8212; <strong> </strong>pressionando para que os países desenvolvidos cheguem a metas mais ambiciosas que aquelas colocadas na mesa até agora.  O grande ponto é o respeito ao aquecimento máximo de 2 graus celsius na média da temperatura global, também usado como parâmetro pelos países ricos.</p>
<p>Por outro lado, temos os pequeninos países insulares e nações africanas, que defendem uma meta ainda mais ousada – <a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/10/copenhagen-climate-change" target="_blank">de aquecimento máximo de 1,5 grau celsius.</a> No começo da semana, Tuvalu chamou a atenção nos pavilhões da COP ao propor metas mais ambiciosas e chegou a ser ovacionado por ativistas de ONGs ambientalistas. Leia a matéria A desforra dos mais vulneráveis.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/12/acordo-comeca-a-tomar-forma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
