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Informação para o novo século

Edição 20

01.06.2008

Uni-vos

0 por P22 # em 20, Revista

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Por Flavia Pardini
Para negociar com corporações globais, sindicatos globais.  A antiga idéia de unir os trabalhadores do mundo começa a reviver com a fusão entre os maiores sindicatos do Reino Unido e da América do Norte, anunciada em maio e com formalização prevista para julho.
O Unite the Union, que diz representar 2 milhões de trabalhadores na Inglaterra e na República da Irlanda, é resultado da fusão há um ano entre o Amicus, sindicato de trabalhadores de vários segmentos do setor privado, e o Transport and General Workers Union.  De outro lado, o United Steelworkers (USW) alega ter 1,2 milhão de membros entre trabalhadores ativos e aposentados nos EUA, Canadá e Caribe em diversos setores industriais.
O objetivo da fusão é proteger os trabalhadores dos efeitos da globalização, segundo a imprensa britânica.  Os sindicatos vêem a medida como primeiro passo para a formação de uma entidade que acolha trabalhadores também do Leste Europeu, América Latina e Ásia – o que, segundo alguns analistas, traz a possibilidade de greves globais e ações para dificultar que as empresas se mudem para locais onde a produção é mais barata.
Por Flavia Pardini
Para negociar com corporações globais, sindicatos globais.  A antiga idéia de unir os trabalhadores do mundo começa a reviver com a fusão entre os maiores sindicatos do Reino Unido e da América do Norte, anunciada em maio e com formalização prevista para julho.
O Unite the Union, que diz representar 2 milhões de trabalhadores na Inglaterra e na República da Irlanda, é resultado da fusão há um ano entre o Amicus, sindicato de trabalhadores de vários segmentos do setor privado, e o Transport and General Workers Union.  De outro lado, o United Steelworkers (USW) alega ter 1,2 milhão de membros entre trabalhadores ativos e aposentados nos EUA, Canadá e Caribe em diversos setores industriais.
O objetivo da fusão é proteger os trabalhadores dos efeitos da globalização, segundo a imprensa britânica.  Os sindicatos vêem a medida como primeiro passo para a formação de uma entidade que acolha trabalhadores também do Leste Europeu, América Latina e Ásia – o que, segundo alguns analistas, traz a possibilidade de greves globais e ações para dificultar que as empresas se mudem para locais onde a produção é mais barata.

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Revista Página 22 - Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP - FGV
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