Ecossistema em evolução

Inovações em bioeconomia se multiplicam no rastro das conexões entre novas startups, negócios comunitários, políticas públicas e modelos de investimento adequados à realidade da floresta. Instituições dinamizadoras desse caminho, como a Jornada Amazônia, se tornam estratégicas para fomentar negócios, superar desafios de mercado e alcançar relevância econômica para o desenvolvimento sustentável em cenário de mudança climática.

Jornada Amazônia (2023-2025)

talentos capacitados
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novos negócios na Amazônia Legal
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negócios fortalecidos e acelerados
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arranjos entre startups e grandes empresas
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Teia de relações

Da floresta para o mercado e o mundo, o ecossistema de inovação e negócios da bioeconomia é por essência uma grande rede de colaboração entre vários atores, estabelecida em relações sinérgicas de ganha-ganha que constroem confiança para o conjunto prosperar. Nesse ambiente de conexões, a Jornada Amazônia se destaca pela força dinamizadora entre conhecimento, talentos, mercado e capital, na perspectiva do uso sustentável da biodiversidade como modelo de desenvolvimento econômico e social.

Evolução do número de startups de bioeconomia na Amazônia

Nas últimas duas décadas, o crescimento do setor foi expressivo após o surgimento dos programas de estímulo ao empreendedorismo, além de políticas públicas, apoio externo e financiamento

Expansão nos territórios

Os negócios inovadores estão distribuídos por 65 municípios da Amazônia Legal, capilaridade de quase 9% do território. A tendência de aumento da interiorização contribui para o fortalecimento do ecossistema de inovação da bioeconomia amazônica, ampliando a inclusão territorial, a troca de saberes entre comunidades e instituições, e a geração de soluções adaptadas às realidades locais

Cases

As inovações de startups de bioeconomia amazônica se diversificam, incorporam tecnologias avançadas e apresentam maior capilaridade no interior, mais próximas da base produtiva na floresta. São empreendedores jovens, com expressiva presença da mulher na liderança e faturamento crescente.

Pequenos produtores indígenas e ribeirinhos da Amazônia se aproximam de investidores que buscam transparência e garantia de impacto positivo à biodiversidade e as pessoas da floresta

Ficha Técnica

Concepção e projeto: Sérgio Adeodato
Coordenação e redação: Sérgio Adeodato
Edição e divulgação: Amália Safatle
Desenvolvimento Web: José Roosevelt Junior | Mediacts

Equipe Jornada Amazônia:

FUNDAÇÃO CERTI
Ana Carolina Polo David
André Noronha
Beatriz de Brito Rengel
Brenda Fabiani Lucini
Caco Montovani
Caio Prange
Carla Hoffmann
Daniela Nascimento Lopes
Dariene Pasternak
Eduardo Fronza
Felipe Giovanni Moura Araújo
Fernanda Konradt de Campos
Frederick Augusto Vilamil
Guilherme Martins Aragão
Gustavo Canova
Janaína Fockink
Janice Maciel
Júlia Ramos Deloroso
Kaue Grotto
Laura Scapini
Leonam R. Alves
Lucas Carregari Carneiro
Lucas H. Fiorini
Maileen Schwarz
Marcelo Curtarelli
Marcos Da-Ré
Maria Eduarda Silveira Ferrari
Marina Klöppel
Mayara Christina Sprada Marcelino
Natalia Kauana Gesser Miotto
Nathalia Telles
Nicolle Alves Amorim
Priscila Procópio da Silva
Renata Bruch
Rafael Savi
Tayana Pereira Barbosa dos Santos
Thalita Delduque
Thiago Zilinscki Furlani
Victor Augusto Moreira
Yasmim Monteiro

INSTITUTO CERTI AMAZÔNIA
Daniel Penz
Emanuel Venancio Santarem
Pedroso
Estefania Menendez
João Pedro Freire Silva
Lais Bombonatte Gomes Pato
Marco Antonio Giagio
Tatyane Tayane da Silva Brand

DARWIN
Agna Tavares
Eliza Brites
Emanuela Neves
Enzo Alves
Gabriela Bassoli
Leandro Aragon
Marcos Mueller
Murilo Domingos
Thiago do Egito
Marcelo Brunieri
Thaís Carneiro

AMAZÔNIA B
Drauz Candido dos Reis Filho
Bruno Kato de Almeida
Marcos César Martins Borges

Realização

Iniciativa

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