Browsing: Acordo de Paris

acordo-de-paris

Estudo desenvolvido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas calcula que seriam necessários R$ 383,77 bilhões para recuperar e reformar todas as áreas de pastagem que apresentam algum nível de degradação no Brasil. Mas o esforço compensa: a implementação de tecnologias de recuperação de pastagens degradadas tem potencial de gerar receitas mais do que suficientes para cobrir esses custos.

Este é o terceiro artigo da seção Circuito do Plástico – ideias e práticas para economia circular, produzida com apoio da Wise Plásticos, com o objetivo de debater soluções para gargalos, por meio de experiências inovadoras e o relato de desafios e aprendizados. Quando comparado com outros materiais em uma mesma função, o plástico costuma ser muito eficiente em termos de carbono. Ainda assim, responde por uma importante parcela das emissões globais. Uma das formas de freá-las é aumentar ao máximo o ciclo de vida do plástico, usando diversas vezes a mesma embalagem. Outra maneira de esticar a vida útil é preferir o consumo de embalagens e produtos feitos com resina reciclada. Os dois casos reduzem a necessidade de uso da resina virgem e, consequentemente, as emissões a ela relacionadas. Saiba, a seguir, quantas emissões podem ser evitadas com esta prática.

Sociedade civil avança em articulações locais e nacionais para que a recuperação de ecossistemas possa combater as desigualdades socioeconômicas, para…

Disputas geopolíticas, desconfianças entre países ricos e pobres, frustração da sociedade civil, pandemia. Os ingredientes no caldeirão explosivo para a…