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Informação para o novo século

Edição 13

01.10.2007

Panela de pressão

0 por P22 # em 13, Revista

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Por Flavia Pardini
As empresas brasileiras, pelo menos as listadas em bolsa, parecem estar sentindo a pressão.  Das 60 companhias com ações na Bovespa que receberam o pedido de informações do Carbon Disclosure Project (CDP), 82% responderam, a segunda maior taxa absoluta dos levantamentos realizados pelo projeto em 2007.  No ano passado, das 50 empresas convidadas, 66% responderam.
O CDP é uma iniciativa de investidores institucionais responsáveis pela administração de cerca de US$ 41 trilhões em ativos, com o objetivo de tornar transparente a abordagem das empresas em relação às mudanças climáticas.  E assim guiar os investidores na hora de analisar o bottom line das companhias e alocar recursos.
Os resultados do levantamento entre as empresas listadas no S&P 500, em Nova York, e no FT 500, de Londres, foram anunciados no fim de setembro.  Das companhias do S&P 500, 56% responderam o questionário, contra 47% do ano anterior.  Delas, 81% disseram que as mudanças climáticas representam risco para seu negócio e 69% afirmaram enxergar também oportunidades.  Na amostra britânica, as respondentes foram 77%, das quais 79% vêem riscos na mudança do clima e 82% apontam também oportunidades.
Das listadas no S&P, entretanto, apenas 29% possuem programas para reduzir suas emissões e minguados 8% levam em conta o preço projetado de emitir carbono ao tomar decisões.

Por Flavia Pardini

As empresas brasileiras, pelo menos as listadas em bolsa, parecem estar sentindo a pressão.  Das 60 companhias com ações na Bovespa que receberam o pedido de informações do Carbon Disclosure Project (CDP), 82% responderam, a segunda maior taxa absoluta dos levantamentos realizados pelo projeto em 2007.  No ano passado, das 50 empresas convidadas, 66% responderam.

O CDP é uma iniciativa de investidores institucionais responsáveis pela administração de cerca de US$ 41 trilhões em ativos, com o objetivo de tornar transparente a abordagem das empresas em relação às mudanças climáticas.  E assim guiar os investidores na hora de analisar o bottom line das companhias e alocar recursos.

Os resultados do levantamento entre as empresas listadas no S&P 500, em Nova York, e no FT 500, de Londres, foram anunciados no fim de setembro.  Das companhias do S&P 500, 56% responderam o questionário, contra 47% do ano anterior.  Delas, 81% disseram que as mudanças climáticas representam risco para seu negócio e 69% afirmaram enxergar também oportunidades.  Na amostra britânica, as respondentes foram 77%, das quais 79% vêem riscos na mudança do clima e 82% apontam também oportunidades.

Das listadas no S&P, entretanto, apenas 29% possuem programas para reduzir suas emissões e minguados 8% levam em conta o preço projetado de emitir carbono ao tomar decisões.

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Revista Página 22 - Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP - FGV
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