Autor: Redação

O terceiro episódio da série Notas Amazônicas põe a infância no centro do debate e mostra quão desafiador é traçar políticas que atendam as especificidades na região. Todas as crianças têm em comum, entretanto, a herança de uma crise ambiental para a qual não contribuíram.

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Encontro realizado durante a Climate Week mostra que, além de reduzir riscos, a rastreabilidade é fundamental para gerar oportunidades estratégicas no País. Proposta que cruza CAR e GTA dá respostas para o curto prazo e ganha adesão crescente Por Coalizão Brasil e Abiec, em colaboração com Science Panel for the Amazon Grande produtor de commodities agrícolas, maior exportador de carne bovina do mundo e detentor de biomas megabiodiversos, entre os quais a maior floresta tropical do planeta, cabe ao Brasil agir como protagonista na agenda global que busca a segurança alimentar e nutricional, o combate às desigualdades e o enfrentamento…

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Embora apresentem certa dificuldade de mobilidade, as anciãs, na roda aberta, rodopiam e cantam com uma vitalidade fenomenal. “Samba é a vida”, diz uma delas. É preciso vivenciar a festa, participar das cerimônias e dos rituais sagrados e profanos, celebrar com as irmãs, integrar os cortejos, acompanhar a procissão, comer o caruru e o mungunzá, se arrepiar com o canto sagrado e o batuque do samba de roda no Largo d’Ajuda, dançar miudinho. Enfim, viver os folguedos e folias presentes nesses cinco dias.

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Ao longo de setembro, museu em São Paulo promove debates, exposições, visitas guiadas e exibições de documentários. As atividades são gratuitas, com retirada de ingresso no site Neste mês de setembro, o Museu das Culturas Indígenas (MCI) promoverá uma programação gratuita e diversificada sobre direitos, territórios e educação. A agenda prevê exibições de documentários, debates e exposições que narram a diversidade e a luta dos povos indígenas. O MCI é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari, em parceria com o…

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A diáspora e a escravização de pessoas de diferentes povos africanos dissolveram laços familiares e consanguíneos de inúmeras famílias separadas pelo tráfico transatlântico. Buscando uma vida melhor, escravizados e alforriados convertidos ao catolicismo criaram as irmandades, construindo relações de “irmãos de compromisso”. As irmandades negras foram fundamentais ao criar uma rede de assistência a seus associados e agregados, comprando alforrias e cuidando da vida e da morte de seus irmãos.

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As pessoas seguiam compungidas, e logo todos cantavam com as irmãs. Como um funeral, nesse dia de rito sagrado, a atitude diante da boa morte era contida, de devoção e contrição. Estamos em um momento inicial absolutamente sagrado da festa. A celebração da morte, o canto, para alguns esperançoso, podia indicar a passagem e o descanso da alma

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Festejar a morte foi marca distintiva de alguns povos africanos que constituíram o Brasil e para cá trouxeram diferentes ritos fúnebres e concepções diversas sobre o além. E por aqui incorporaram também tradições católicas. Entre elas, destaca-se o catolicismo negro da Irmandade da Boa Morte, associação formada por mulheres, que completa 203 anos de existência e resistência. Aqui começa um mergulho nesta festividade e na ancestralidade negra do Brasil

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