Apenas 35% das empresas ao redor do mundo reconhecem eventos climáticos extremos como um risco financeiro material, enquanto 62% das cidades, estados e regiões já relatam sofrer os impactos, segundo análise do CDP. A organização recomenda que as empresas tratem eventos climáticos extremos como um risco empresarial sistêmico, reconhecendo sua dependência de sistemas compartilhados, como infraestrutura, serviços públicos e redes logísticas, em vez de focar apenas na exposição de seus ativos
Autor: Redação
A primeira carta da presidência da COP 31 ressalta que os Sistemas Alimentares devem estar no centro da agenda climática internacional ao destacar a importância da segurança alimentar, do desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis, da economia circular e da integração entre clima, biodiversidade e solo.
Pesquisa inédita revela que, embora práticas associadas à agricultura regenerativa já façam parte da rotina no campo, o conceito ainda é pouco compreendido pelos produtores brasileiros. O desafio está em comunicar essa sustentabilidade e conectar o que já fazem a um mercado que reconheça e remunere essas ações.
Mato Grosso reúne condições para fortalecer sua liderança na produção sustentável de madeira nativa da Amazônia: ampla base florestal manejável, parque industrial robusto, escala, diversidade de espécies e demanda internacional crescente. Mas, para se consolidar como referência nacional e internacional, precisa ampliar o manejo e a rastreabilidade dos produtos madeireiros e investir na diversificação de espécies e produtos, mostra análise do Imaflora.
A Biohealth Conference, em São Paulo, debaterá em 8 e 9 de maio as principais tendências globais em fitoterápicos, suplementos alimentares e ativos naturais.
Reinclusão das metodologias alternativas aos testes com animais na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação revela avanço, mas também expõe os desafios políticos, científicos e financeiros para consolidar uma nova agenda de pesquisa no País.
Com a iniciativa Rota 26-30, a rede Uma Concertação pela Amazônia reúne propostas concretas e territorialmente conectadas à região para orientar políticas públicas e iniciativas privadas nos próximos anos. No tema de florestas, assunto da primeira plenária do ano, a restauração é apontada como elemento fundamental para recuperar áreas degradadas, reconectar paisagens e restabelecer funções ecológicas.
Publicação do Instituto Ar e do Movimento Médicos pelo Clima oferece roteiro prático para que empresas tratem o calor como risco ocupacional; 70% da força de trabalho mundial já está exposta a altas temperaturas, com 6,2 bilhões de horas produtivas perdidas por ano, segundo a OIT
Financiada pelo BNDES, iniciativa desenvolvida pela Fundação Certi recupera área equivalente a mais de 290 campos de futebol em Santa Catarina. Além do impacto positivo para a biodiversidade, a restauração ajuda na regulação climática, nutrição do solo, polinização, disponibilidade de recursos hídricos, provisão de alimentos e geração de renda.
Não basta reduzir impactos socioambientais negativos. O desafio contemporâneo é restaurar sistemas sociais e ambientais em um mundo que segue estruturado para enxergar desenvolvimento apenas na cifra do PIB. Há uma palavra que deixou de ser tendência e virou princípio: regeneração.
