Pesquisa realizada nos seis continentes mostra que a sobrevivência cultural é fundamental para proteger a natureza. Resultados publicados na revista científica Humanities and Social Sciences Communications, mostram que as mesmas tradições que preservam idiomas, rituais e identidades também protegem terras, a água e a vida silvestre. Mas 61% dos entrevistados relatam impactos diretos de indústrias extrativas, como mineração, exploração madeireira, agricultura comercial e desenvolvimento de infraestrutura.
Autor: Redação
Balanço apresentado pelo MMA e pelo BNDES mostra que mecanismo chega aos 18 anos com R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados. Desde 2023, média anual de aprovações passou de R$ 300 milhões para R$ 1,3 bilhão. O Fundo atende 650 organizações, 169 Terras Indígenas, 192 Unidades de Conservação e 260 mil pessoas, segundo dados do governo O Fundo Amazônia quadruplicou o ritmo anual de aprovação de projetos desde a retomada de sua governança, em 2023. A média anual de aprovações saltou de cerca de R$ 300 milhões, entre 2009 e 2018, para R$ 1,3 bilhão no ciclo…
No mercado de fusões e aquisições, o que sustenta uma negociação é dado consistente, histórico confiável e capacidade de demonstrar, na prática, como a empresa opera. Aquelas com práticas de sustentabilidade bem estruturadas conseguem negociar melhor, acessar capital com mais facilidade e avançar mais rápido nos processos. Não se trata de discurso, mas sim de estratégia, especialmente útil em ciclos econômicos mais duros.
As exigências ambientais, sociais, sanitárias e de rastreabilidade da União Europeia tendem a elevar padrões de produção, proteger a natureza, reduzir riscos climáticos, ampliar a segurança dos consumidores e combater práticas inadequadas em cadeias produtivas complexas. Ao mesmo tempo, podem funcionar como barreiras não tarifárias. A discussão não deve ser reduzida a ser contra ou a favor da agenda europeia, e sim reconhecer que sustentabilidade também virou instrumento de competitividade e de disputa por mercado.
Análise mostra que temperaturas acima de 28°C, associadas à queda de desempenho, ficaram mais prováveis em quase todas as partidas do torneio. Quase metade dos jogos programados tem ao menos 50% de chance de ocorrer sob condições capazes de comprometer o desempenho dos jogadores.
O relatório amplia a análise para todos os biomas brasileiros, revela o papel do agronegócio na expansão das florestas brasileiras, e defende a adaptação climática como eixo estruturante da economia florestal. Mas, sem mudanças estruturais na forma de financiar a agenda florestal, apenas ampliar o fluxo de recursos não será suficiente. O levantamento, que será apresentado nas três COPs deste ano, foi realizado por Instituto Arapyaú, Instituto Itaúsa, Agroicone, Indústria Brasileira de Árvores, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Instituto Clima e Sociedade, Imazon, Amazônia 2030, CEBDS e Uma Concertação para a Amazônia, com edição da Página22. Um dos objetivos é influenciar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) para que reconheça as florestas como centrais para remoção e armazenamento de carbono
Estudo da Proteção Animal Mundial analisou 17 editais e programas que somam mais de R$ 685 milhões e identificou a falta de exigência de monitoramento da fauna.
Apenas 35% das empresas ao redor do mundo reconhecem eventos climáticos extremos como um risco financeiro material, enquanto 62% das cidades, estados e regiões já relatam sofrer os impactos, segundo análise do CDP. A organização recomenda que as empresas tratem eventos climáticos extremos como um risco empresarial sistêmico, reconhecendo sua dependência de sistemas compartilhados, como infraestrutura, serviços públicos e redes logísticas, em vez de focar apenas na exposição de seus ativos
A primeira carta da presidência da COP 31 ressalta que os Sistemas Alimentares devem estar no centro da agenda climática internacional ao destacar a importância da segurança alimentar, do desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis, da economia circular e da integração entre clima, biodiversidade e solo.
Pesquisa inédita revela que, embora práticas associadas à agricultura regenerativa já façam parte da rotina no campo, o conceito ainda é pouco compreendido pelos produtores brasileiros. O desafio está em comunicar essa sustentabilidade e conectar o que já fazem a um mercado que reconheça e remunere essas ações.