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Alimentar-se bem exige tempo, e o tempo das mulheres – a quem geralmente é atribuído o papel de cozinhar em sociedades patriarcais e machistas – precisa ser protegido por políticas sociais robustas, diz Emiliano Graziano, do Instituto Fome Zero. Em vez de se recorrer a alimentos ultraprocessados, de preparo rápido mas com excesso de aditivos, ele defende coletivizar o cuidado com a alimentação e adotar políticas públicas estruturantes, entre elas expandir e fortalecer cozinhas comunitárias, restaurantes populares e equipamentos de apoio nas periferias.

No ano em que completa seu 20º aniversário, a publicação adota uma nova identidade visual em sua logomarca, mais representativa do atual momento.

O relatório amplia a análise para todos os biomas brasileiros, revela o papel do agronegócio na expansão das florestas brasileiras, e defende a adaptação climática como eixo estruturante da economia florestal. Mas, sem mudanças estruturais na forma de financiar a agenda florestal, apenas ampliar o fluxo de recursos não será suficiente. O levantamento, que será apresentado nas três COPs deste ano, foi realizado por Instituto Arapyaú, Instituto Itaúsa, Agroicone, Indústria Brasileira de Árvores, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Instituto Clima e Sociedade, Imazon, Amazônia 2030, CEBDS e Uma Concertação para a Amazônia, com edição da Página22. Um dos objetivos é influenciar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) para que reconheça as florestas como centrais para remoção e armazenamento de carbono

Apesar da grande contribuição estratégica para o País e o mundo, por meio da geração de eletricidade e oferta de minerais críticos, a região amazônica é a mais afetada pela insegurança energética e possui os menores índices de desenvolvimento econômico e progresso social do Brasil. Plenária da Concertação debate o papel crucial das Amazônias para a segurança energética nacional e a agenda climática global    

A Conferência do Clima em Belém proporcionou o fortalecimento do multilateralismo, chamou atenção para a centralidade das pessoas nos processos decisórios, jogou luz sobre a agenda de desenvolvimento das Amazônias e convocou a sociedade para a agenda de implementação – avaliam participantes da plenária realizada pela rede Uma Concertação pela Amazônia.

A Iríada, organização criada por Bruna Rezende, busca ajudar as empresas a reduzirem o seu risco reputacional por meio de uma métrica rastreável, mensurável e comparável, e que gera retorno sobre o investimento. Para isso, foi escolhido como recorte principal a questão de gênero associada à ação climática, pois as mulheres são o grupo da sociedade que mais tem trabalhado na cocriação de soluções ligadas ao clima mas que, ao mesmo tempo, é o mais vulnerável.

“People of COP”, ou Pessoas da COP, é um projeto artístico e documental de Vania Bueno que nasce de um gesto simples e profundamente humano: olhar para as pessoas que fazem a Conferência das Partes das Nações Unidas, a COP, acontecer. Muito além das negociações climáticas, das delegações oficiais e das estruturas complexas dos pavilhões, existem rostos, culturas, histórias e trajetórias que se cruzam diariamente em busca de um futuro melhor.

Conheça 26 histórias de iniciativas inspiradoras, compiladas em publicação lançada no Brasil pelo institutos Arapyaú e Itaúsa e The Earthshot Prize, com edição e textos da Página22.

Às vésperas da COP 30, é lançado estudo que destaca a importância das florestas brasileiras para o cumprimento do Acordo de Paris, nas frentes de Conservação, Restauração Florestal e Silvicultura. O Brasil tem potencial de aumentar sua cobertura florestal em área equivalente a duas Suíças, com benefícios para o clima, a biodiversidade, a economia e o bem estar.