Tecnologias, regulações e instrumentos financeiros, embora necessários, não conseguem produzir transformação estrutural quando aplicados a partir de percepções fragmentadas. O desafio é, fundamentalmente, cognitivo. O livro Terranautas lembra que, sem uma mudança na forma de ler o sistema, continuaremos a tratar os sintomas sem enfrentar as causas.
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Este primeiro capítulo sobre IA traz definições, riscos, impactos, regulamentações, oportunidades, desafios da realidade brasileira e recomendações. A produção do material completo foi apoiada pelo Instituto Arapyaú, por meio de seu Programa de Fellows.
O debate proposto pela obra parte de um encontro intergeracional e busca expandir as perspectivas de pensamento político sobre o Brasil a respeito da temática ambiental-climática, da modernização do Estado brasileiro, dos desafios da relação entre economia e natureza e do protagonismo dos povos originários
As redes emergem como ferramenta mais adequada para lidar com problemas complexos em um ambiente de racionalidade limitada. Conheça algumas experiências práticas e seus principais aprendizados.
O mapeamento é o primeiro passo para desenvolver um relacionamento sustentável e de longo prazo. Mas não basta rastrear as partes interessadas se a empresa não fizer uso desse instrumento no suporte estratégico e nas decisões do dia a dia
Aplicado em empresas como um norte para suas jornadas neste tema, os quatro passos de um diagnóstico ESG poderia ser replicado e trazer benefícios para entidades sem fins lucrativos, levando maturidade em relação às ações e aos compromissos.
Com o crescente debate sobre minorias, diversidade, equidade e inclusão, a teoria dos fringe stakeholders ganhou fôlego. Politicamente mais fracos, com baixa legitimidade e ideais divergentes com relação à empresa, são geralmente negligenciados em iniciativas multistakeholders. Mas a inclusão desses atores forneceria conhecimento mais profundo sobre como instituições e dinâmicas sociais podem apoiar mudanças ou resistir a elas na transição para a sustentabilidade.
Juntas e misturadas, propostas a serem adotadas nos 100 primeiros dias de governo podem semear uma agenda integrada para a região, nas esferas federal e estadual, dialogando tanto com o poder executivo quanto com o legislativo. Confira o debate sobre o documento lançado em outubro por Uma Concertação pela Amazônia.
Será a governança das águas no Brasil capaz de enfrentar a insegurança hídrica, a emergência climática e a vulnerabilidade social?
A fim de lidar com os desafios contemporâneos, propõem-se duas abordagens para a formação e o funcionamento dos movimentos em rede. Uma reconhece a organicidade e o caos desses movimentos, e sugere um método capaz trazer maior eficiência. Outra é a abordagem de paisagem, que ilumina caminhos entre racionalidade e emoção para lidar com a complexidade de ambientes e de grupos tão diversos.
