Madeira de lei

Por Carolina Derivi
Para conter o mercado de madeira ilegal proveniente da Amazônia, o Greenpeace já convenceu 38 administrações públicas a assumir o compromisso de supervisionar as compras e introduzir o critério da legalidade ambiental em licitações.  Estima-se que os governos consumam um terço de toda a madeira amazônica em circulação no País.  Mas, para tratar dos demais dois terços, é preciso ir além.
Em 2009, os programas Cidade Amiga da Amazônia e Estado Amigo da Amazônia serão incorporados pelo projeto Rede Amigos da Amazônia, uma parceria entre o Greenpeace, o Gvces e o Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (Ceapg).  A principal novidade é que o projeto passará a atender também empresas especialmente do ramo de construção e moveleiras, capacitando-as para identificar e controlar a origem de seus insumos.  Estão programados três grandes workshops ao longo do ano, que reunirão representantes de empresas e governos.  Além disso, será desenvolvido um banco de dados compartilhado, de forma que os participantes possam manter uma rede autônoma.
As três entidades ainda estudam a melhor maneira de atender também às demandas de pessoas físicas, interessadas em aprender a comprar madeira legal.  Por ora, Carolina Miranda, da rede, aponta os dois passos fundamentais: checar se o estabelecimento tem alvará de funcionamento e solicitar o Documento de Origem Florestal (DOF) da mercadoria.  Cada DOF tem um código de controle e no site do Ibama é possível checar se o número corresponde a um documento válido (http://servicos.ibama.gov.br/ctf/modulos/ dof/consulta_dof.php).
Por Carolina Derivi
Para conter o mercado de madeira ilegal proveniente da Amazônia, o Greenpeace já convenceu 38 administrações públicas a assumir o compromisso de supervisionar as compras e introduzir o critério da legalidade ambiental em licitações.  Estima-se que os governos consumam um terço de toda a madeira amazônica em circulação no País.  Mas, para tratar dos demais dois terços, é preciso ir além.
Em 2009, os programas Cidade Amiga da Amazônia e Estado Amigo da Amazônia serão incorporados pelo projeto Rede Amigos da Amazônia, uma parceria entre o Greenpeace, o Gvces e o Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (Ceapg).  A principal novidade é que o projeto passará a atender também empresas especialmente do ramo de construção e moveleiras, capacitando-as para identificar e controlar a origem de seus insumos.  Estão programados três grandes workshops ao longo do ano, que reunirão representantes de empresas e governos.  Além disso, será desenvolvido um banco de dados compartilhado, de forma que os participantes possam manter uma rede autônoma.
As três entidades ainda estudam a melhor maneira de atender também às demandas de pessoas físicas, interessadas em aprender a comprar madeira legal.  Por ora, Carolina Miranda, da rede, aponta os dois passos fundamentais: checar se o estabelecimento tem alvará de funcionamento e solicitar o Documento de Origem Florestal (DOF) da mercadoria.  Cada DOF tem um código de controle e no site do Ibama é possível checar se o número corresponde a um documento válido (http://servicos.ibama.gov.br/ctf/modulos/ dof/consulta_dof.php).

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