Big brother dos biomas

Por Carolina Derivi
Acabou a primazia da Amazônia com os satélites.  A partir deste ano, o mesmo sistema de monitoramento georreferenciado, que garante a divulgação de índices de desmatamento anuais, será estendido a Pantanal, Caatinga, Pampa, Mata Atlântica e Cerrado.  Página 22 havia adiantado a notícia, com exclusividade, em julho do ano passado.
Atualmente, os dados mais recentes sobre a devastação dos biomas brasileiros, à exceção da Amazônia, têm como ano base 2002, graças aos mapas gerados pelo Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira, o Probio.  Este será o ponto de partida.  Os primeiro resultados deverão ser divulgados em setembro, referentes ao desmatamento no Cerrado entre 2002 e 2008.  Em novembro será a vez da Caatinga, com dados sobre o mesmo período.
A Secretaria de Biodiversidade e Florestas, do Ministério do Meio Ambiente, e o Centro de Controle Ambiental, do Ibama, responsáveis pelo novo programa de monitoramento, prometem fornecer os Mapas de alteração antrópica dos demais biomas, no período 2002/2010, até março do ano que vem e, a partir daí, divulgar os dados anualmente.
O monitoramento amplo da cobertura vegetal poderá aferir a verdadeira proporção das emissões de carbono por desmatamento no País.  Durante a solenidade de lançamento em Brasília, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o sistema é pré-requisito para que se estabeleçam metas de redução das emissões.  O compromisso de produzir periodicamente essas informações também está previsto na Convenção do Clima, da qualo Brasil é signatário.
Por Carolina Derivi
Acabou a primazia da Amazônia com os satélites.  A partir deste ano, o mesmo sistema de monitoramento georreferenciado, que garante a divulgação de índices de desmatamento anuais, será estendido a Pantanal, Caatinga, Pampa, Mata Atlântica e Cerrado.  Página 22 havia adiantado a notícia, com exclusividade, em julho do ano passado.
Atualmente, os dados mais recentes sobre a devastação dos biomas brasileiros, à exceção da Amazônia, têm como ano base 2002, graças aos mapas gerados pelo Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira, o Probio.  Este será o ponto de partida.  Os primeiro resultados deverão ser divulgados em setembro, referentes ao desmatamento no Cerrado entre 2002 e 2008.  Em novembro será a vez da Caatinga, com dados sobre o mesmo período.
A Secretaria de Biodiversidade e Florestas, do Ministério do Meio Ambiente, e o Centro de Controle Ambiental, do Ibama, responsáveis pelo novo programa de monitoramento, prometem fornecer os Mapas de alteração antrópica dos demais biomas, no período 2002/2010, até março do ano que vem e, a partir daí, divulgar os dados anualmente.
O monitoramento amplo da cobertura vegetal poderá aferir a verdadeira proporção das emissões de carbono por desmatamento no País.  Durante a solenidade de lançamento em Brasília, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o sistema é pré-requisito para que se estabeleçam metas de redução das emissões.  O compromisso de produzir periodicamente essas informações também está previsto na Convenção do Clima, da qualo Brasil é signatário.

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