ÚLTIMAS DA REDAÇÃO

Pós-COP 30: A falta de ambição em temas essenciais da agenda climática mostra que o setor empresarial orientado por impacto terá de ocupar um espaço que a política internacional ainda não consegue preencher. Isso significa assumir compromissos voluntários e mais ambiciosos do que aqueles firmados entre países e agir de forma coletiva com outras empresas, governos locais, academia e movimentos sociais para buscar uma transformação sistêmica.

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A Conferência do Clima em Belém proporcionou o fortalecimento do multilateralismo, chamou atenção para a centralidade das pessoas nos processos decisórios, jogou luz sobre a agenda de desenvolvimento das Amazônias e convocou a sociedade para a agenda de implementação – avaliam participantes da plenária realizada pela rede Uma Concertação pela Amazônia.

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Inovações em bioeconomia se multiplicam no rastro das conexões entre novas startups, negócios comunitários, políticas públicas e modelos de investimento adequados à realidade da floresta. Instituições dinamizadoras desse caminho, como a Jornada Amazônia, se tornam estratégicas para fomentar negócios, superar desafios de mercado e alcançar relevância econômica para o desenvolvimento sustentável em cenário de mudança climática.

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Pequenos produtores indígenas e ribeirinhos da Amazônia se aproximam de investidores que buscam transparência e garantia de impacto positivo à biodiversidade e as pessoas da floresta

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