As exigências ambientais, sociais, sanitárias e de rastreabilidade da União Europeia tendem a elevar padrões de produção, proteger a natureza, reduzir riscos climáticos, ampliar a segurança dos consumidores e combater práticas inadequadas em cadeias produtivas complexas. Ao mesmo tempo, podem funcionar como barreiras não tarifárias. A discussão não deve ser reduzida a ser contra ou a favor da agenda europeia, e sim reconhecer que sustentabilidade também virou instrumento de competitividade e de disputa por mercado.
Autor: Redação
Análise mostra que temperaturas acima de 28°C, associadas à queda de desempenho, ficaram mais prováveis em quase todas as partidas do torneio. Quase metade dos jogos programados tem ao menos 50% de chance de ocorrer sob condições capazes de comprometer o desempenho dos jogadores.
O relatório amplia a análise para todos os biomas brasileiros, revela o papel do agronegócio na expansão das florestas brasileiras, e defende a adaptação climática como eixo estruturante da economia florestal. Mas, sem mudanças estruturais na forma de financiar a agenda florestal, apenas ampliar o fluxo de recursos não será suficiente. O levantamento, que será apresentado nas três COPs deste ano, foi realizado por Instituto Arapyaú, Instituto Itaúsa, Agroicone, Indústria Brasileira de Árvores, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Instituto Clima e Sociedade, Imazon, Amazônia 2030, CEBDS e Uma Concertação para a Amazônia, com edição da Página22. Um dos objetivos é influenciar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) para que reconheça as florestas como centrais para remoção e armazenamento de carbono
Estudo da Proteção Animal Mundial analisou 17 editais e programas que somam mais de R$ 685 milhões e identificou a falta de exigência de monitoramento da fauna.
Apenas 35% das empresas ao redor do mundo reconhecem eventos climáticos extremos como um risco financeiro material, enquanto 62% das cidades, estados e regiões já relatam sofrer os impactos, segundo análise do CDP. A organização recomenda que as empresas tratem eventos climáticos extremos como um risco empresarial sistêmico, reconhecendo sua dependência de sistemas compartilhados, como infraestrutura, serviços públicos e redes logísticas, em vez de focar apenas na exposição de seus ativos
A primeira carta da presidência da COP 31 ressalta que os Sistemas Alimentares devem estar no centro da agenda climática internacional ao destacar a importância da segurança alimentar, do desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis, da economia circular e da integração entre clima, biodiversidade e solo.
Pesquisa inédita revela que, embora práticas associadas à agricultura regenerativa já façam parte da rotina no campo, o conceito ainda é pouco compreendido pelos produtores brasileiros. O desafio está em comunicar essa sustentabilidade e conectar o que já fazem a um mercado que reconheça e remunere essas ações.
Mato Grosso reúne condições para fortalecer sua liderança na produção sustentável de madeira nativa da Amazônia: ampla base florestal manejável, parque industrial robusto, escala, diversidade de espécies e demanda internacional crescente. Mas, para se consolidar como referência nacional e internacional, precisa ampliar o manejo e a rastreabilidade dos produtos madeireiros e investir na diversificação de espécies e produtos, mostra análise do Imaflora.
A Biohealth Conference, em São Paulo, debaterá em 8 e 9 de maio as principais tendências globais em fitoterápicos, suplementos alimentares e ativos naturais.
Reinclusão das metodologias alternativas aos testes com animais na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação revela avanço, mas também expõe os desafios políticos, científicos e financeiros para consolidar uma nova agenda de pesquisa no País.