A mudança no clima vem fazendo um verdadeiro estrago no País. E você, congressista, não pode ficar aí parado: defenda o mercado de carbono para proteger as florestas, a economia e a população brasileira. Esta é uma mensagem direta a quem pode e deve agir pela defesa do Brasil e dos brasileiros
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Segundo “Cenários e custos da transição ecológica no Brasil – As interdependências entre a transição energética e a transição agroalimentar e os riscos de um neoextrativismo verde’, pesquisa lançada pelo Cebrap e ClimaInfo, adiar uma transição nos setores agroalimentar e energético implica em mais custos biofísicos, econômicos, sociais e fiscais do que implementá-la. O estudo também alerta para o risco de o Brasil avançar na descarbonização, mas reproduzir uma lógica de “neoextrativismo verde”, mantendo a dependência da exportação de produtos primários de baixo carbono.
O Brasil amplia o olhar para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade como motor de desenvolvimento, com políticas públicas recém-construídas. Em debate na plenária da Concertação, o tema mostra avanços na conexão com a agenda econômica e nas finanças verdes, mas ainda enfrenta desafios para transformar esse potencial em resultados concretos.
Apesar da grande contribuição estratégica para o País e o mundo, por meio da geração de eletricidade e oferta de minerais críticos, a região amazônica é a mais afetada pela insegurança energética e possui os menores índices de desenvolvimento econômico e progresso social do Brasil. Plenária da Concertação debate o papel crucial das Amazônias para a segurança energética nacional e a agenda climática global
O relatório “Soluções em Clima e Natureza do Brasil” acaba de incorporar dois novos temas em sua segunda edição, com lançamento na Semana do Clima em Nova York (21 a 28 de setembro). Com isso, o documento realizado por Instituto Arapyaú, Instituto Itaúsa e Página22 passa a reunir seis temáticas, apresentando soluções – maduras, em ascensão e promissoras – desenvolvidas no Brasil.
Agora, o relatório aborda Agricultura e Pecuária, Florestas, Energia, Mineração, Carbono e Economia Circular, nas versões português e inglês, com base em mais de 100 fontes entrevistadas e em pesquisas.
Cientistas, artistas, lideranças comunitárias e empreendedores se reuniram em nova edição do webinário Notas Amazônicas para tratar das integrações entre cultura, ciência e conhecimentos tradicionais como forma de enfrentar desafios para o desenvolvimento. Às vésperas da COP 30, a iniciativa reforça que a região deve ser entendida em toda a sua pluralidade. A série de webinários Notas Amazônicas é uma parceria entre Uma Concertação pela Amazônia a a Página22.
A publicação Soluções em Clima e Natureza do Brasil apresenta iniciativas maduras,escaláveis e promissoras nos setores que estão entre os principais emissores do inventário nacional de gases de efeito estufa – agricultura e pecuária, florestas, energia, indústria e resíduos – e evidencia o protagonismo do País na agenda global de sustentabilidade. Lançado pelos Instituto Arapyaú e Itaúsa, o relatório baseia-se em 66 entrevistas e no trabalho de pesquisa realizados pela equipe da Página22. A edição em inglês será lançada durante a Climate Week de Londres, em 26 de junho
A transição energética de todos os modais de transportes – rodoviário, aéreo e marítimo e ferroviário – é um imenso desafio global. Apesar do crescimento das fontes renováveis, 82% da matriz energética do mundo ainda depende de combustíveis fósseis
A crescente demanda por minerais críticos, necessários para a transição energética, aumenta a preocupação sobre comunidades afetadas e exige maior participação popular. Conheça iniciativas ao redor do mundo que buscam ampliar o grau de democracia e justiça em processos decisórios
Este artigo é o primeiro de uma série voltada a debater os desafios da agenda climática sob um novo contexto político e geopolítico. O mundo que recepcionou a COP 21, em Paris, já não existe mais. Dois pilares alicerçam hoje a agenda climática: a demanda por um novo sistema global de energia e os limites da natureza. Não há recursos naturais e serviços ambientais suficientes para fazer frente às necessidades de 10 bilhões de pessoas, se não ocorrerem mudanças drásticas e justas nos processos de desenvolvimento e de conservação.