A proposta de um Fundo Rotativo Comunitário para a Justiça Climática busca atender a empreendimentos comunitários ligados à sociobiocoenomia, à…
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Enquanto o debate climático geralmente ocorre por meio de grandes números, projeções e acordos internacionais, as transformações ambientais são percebidas nos territórios a partir de experiências concretas. É na vida cotidiana que as comunidades observam aquilo que ameaça suas formas de sustento, seus deslocamentos, suas relações com a floresta e seus modos de viver, ampliando o conceito de educação ambiental.
A agenda finalmente conquistou espaço no centro das decisões das empresas. Paradoxalmente, o estudo internacional State of the Sustainability Profession revela que “desanimado” é a palavra mais utilizada para definir o momento atual da carreira e que mais da metade dos entrevistados cogita deixar o ambiente corporativo. Entenda as possíveis razões desse fenômeno
Diferentes países e regiões adotaram restrições porque identificaram conflitos entre essa atividade e a proteção da água, da agricultura, da biodiversidade e da saúde. O debate brasileiro não deveria ser apresentado como uma oposição simplista entre “desenvolvimento” e “ambientalismo”. Trata-se de decidir qual modelo de desenvolvimento territorial será priorizado.
O momento é oportuno para a nova administração colocar em operação o Comitê Nacional de Governança da Terra. O novo órgão poderia dar capacidade operacional a um efetivo cadastro fundiário nacional, ordenando e informando a gestão de terras do Brasil – o que poderia constituir um dos nossos maiores patrimônios digitais.
Ao reduzir a centralidade de recursos concentrados e disputados e ao ampliar a autonomia energética, a transição para fontes mais limpas contribui para um ambiente internacional menos sujeito a choques recorrentes. Mais do que uma agenda ambiental, ela dialoga diretamente com estabilidade econômica e segurança global
A transição e a mitigação climática de toda a malha logística pesada do País exigirão um aporte de R$ 3,42 trilhões até 2050. Estimativas do Plano Nacional de Adaptação indicam que entre 20% e 25% da malha federal pavimentada corre alto risco de interrupção por fatores climáticos até 2030; cada R$ 1 investido em prevenção pode gerar economia de até R$ 4 em reconstruções.
Os países que compartilham a Amazônia enfrentam um mesmo desafio: garantir acesso à energia de qualidade para 5 milhões de pessoas que ainda vivem no escuro. Quando a energia elétrica chega às comunidades, o impacto é transformador: gera renda, fortalece a autonomia e a coesão social e promove o desenvolvimento local
Crianças não podem ser apenas mencionadas nas políticas climáticas. Elas precisam ser consideradas de forma explícita na implementação, nos indicadores, nos mecanismos de participação e nos sistemas de monitoramento. Sem isso, o risco é perpetuar um padrão recorrente das negociações climáticas internacionais: reconhecer grupos vulneráveis nos textos, mas não garantir instrumentos para que esse reconhecimento produza mudanças concretas.
No mercado de fusões e aquisições, o que sustenta uma negociação é dado consistente, histórico confiável e capacidade de demonstrar, na prática, como a empresa opera. Aquelas com práticas de sustentabilidade bem estruturadas conseguem negociar melhor, acessar capital com mais facilidade e avançar mais rápido nos processos. Não se trata de discurso, mas sim de estratégia, especialmente útil em ciclos econômicos mais duros.