ÚLTIMAS DA REDAÇÃO

Em meio ao avanço de movimentos populistas e autoritários, estreia na Página22 uma série de artigos que aprofundará reflexões sobre os efeitos da crise da democracia na sustentabilidade e na vida das pessoas. Uma das soluções debatidas neste primeiro artigo é usar as tecnologias digitais para reconduzir a inteligência coletiva para o centro da política.

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Localizado no Distrito Industrial, coração da Zona Franca de Manaus, o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) reflete o movimento de interação entre pesquisa científica e demandas de mercado para serviços e produtos inovadores da biodiversidade amazônica. Com a busca por modernização dos laboratórios e a abertura dos espaços para o empreendedorismo e novos conceitos de cooperação, o antigo prédio de arquitetura futurística que simboliza a riqueza biológica da região se aproxima das demandas da sociedade.

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Uma semente plantada há três anos em iniciativa-piloto do programa de governo InovaSociobio, na Ilha do Marajó (PA), resultou no desenvolvimento de um modelo de inovação que será uma das vitrines da bioeconomia amazônica na COP 30 do clima, em Belém. Na atual etapa mais abrangente, as ações compõem o Centro de Sociobioeconomia do Pará, que integrará conhecimentos tradicionais, ciência e tecnologia, investidores e negócios sustentáveis, A estrutura como um todo reúne tambem a Escola de Saberes da Floresta, o Centro de Turismo de Base Local e o centro de gastronomia social.

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Das agroflorestas às indústrias, o caminho do bioinsumo amazônico transformado em chocolates reúne interações coordenadas entre os diferentes segmentos com vistas à produção que busca critérios de sustentabilidade. “O engajamento cria sinergias para evitar duplicidade de esforços e investimentos, e colocar todos na mesma página”, afirma o consultor Guilherme Salata, coordenador da CocoaAction Brasil.

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Após o êxito da mobilização de grupos na coleta e plantio de sementes nativas para salvar nascentes em São Félix do Xingu (PA), reduto do agronegócio com impactos à água usada por produtores e populações locais, a experiência na Amazônia inspirou novas articulações regionais e se espalhou no País como modelo que une geração de renda, empoderamento social e diversidade de espécies na restauração ecológica.

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Promover negócios éticos que valorizam os povos da floresta e a conservação da biodiversidade da Amazônia inspira a construção de novos modelos de relações comerciais entre empresas compradoras e fornecedores de bioprodutos de Unidades de Conservação e Terras Indígenas. “Para problemas complexos são necessárias soluções em rede, porque ninguém conseguirá sucesso sozinho para manter a floresta em pé”, ressalta Luiz Brasi, gerente da rede Origens Brasil, no Imaflora.

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