A rede Uma Concertação pela Amazônia encerra ciclo de debates e apresenta, em plenária, os resultados da Rota 26–30. A iniciativa teve como objetivo identificar prioridades e consolidar propostas para orientar decisões dos setores público e privado nos próximos anos.
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O Brasil amplia o olhar para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade como motor de desenvolvimento, com políticas públicas recém-construídas. Em debate na plenária da Concertação, o tema mostra avanços na conexão com a agenda econômica e nas finanças verdes, mas ainda enfrenta desafios para transformar esse potencial em resultados concretos.
Práticas mais sustentáveis na pecuária, diversificação na produção local, circuitos curtos de comercialização de alimentos, valorização da culinária regional e ampliação dos ingredientes da sociobiodiversidade são algumas das saídas apontadas por especialistas.
Apenas 29,5% dos domicílios da Amazônia Legal contam com um serviço adequado, frente a uma média nacional de 74,6%. A universalização do saneamento básico desponta como uma das principais estratégias de adaptação climática urbana, segundo plenária promovida pela rede Uma Concertação pela Amazônia.
Apesar da grande contribuição estratégica para o País e o mundo, por meio da geração de eletricidade e oferta de minerais críticos, a região amazônica é a mais afetada pela insegurança energética e possui os menores índices de desenvolvimento econômico e progresso social do Brasil. Plenária da Concertação debate o papel crucial das Amazônias para a segurança energética nacional e a agenda climática global
Com a iniciativa Rota 26-30, a rede Uma Concertação pela Amazônia reúne propostas concretas e territorialmente conectadas à região para orientar políticas públicas e iniciativas privadas nos próximos anos. No tema de florestas, assunto da primeira plenária do ano, a restauração é apontada como elemento fundamental para recuperar áreas degradadas, reconectar paisagens e restabelecer funções ecológicas.