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As principais avenidas da cidade foram erguidas sobre cursos d’água, e as inundações, na realidade, são a tentativa da natureza de retomar seus espaços originais nos períodos de chuva. Três mil quilômetros de rios e córregos fluem de forma invisível por baixo de avenidas, ruas e becos.
Mas uma exposição vai revelar esses cursos d’água ao público. Até o dia 15 de janeiro de 2024, o Centro Cultural Fiesp, na Avenida Paulista, em São Paulo recebe a Mostra Rios e Ruas, com o objetivo de mostrar a interação entre os elementos naturais e urbanos no contexto metropolitano.
Do caos à superação
A redução do desmatamento e o fim dos conflitos de terra na Amazônia dependem fundamentalmente de um bem executado processo de ordenamento territorial e regularização fundiária. O assunto foi tema de encontro promovido por Uma Concertação pela Amazônia, que propõe um fundo para destravar a agenda fundiária.
Os últimos cinco anos respondem por 11% dos 87,6 milhões de hectares de florestas suprimidas em quase quatro décadas, segundo dados do…
Crescimento de fontes renováveis e condições climáticas favoráveis à geração hidrelétrica após a crise hídrica reduziram a emissão de carbono das usinas…
Risco de desmatamento da Amazônia ultrapassa mil campos de futebol por dia em 2024. O dado, da plataforma de inteligência artificial PrevisIA, pode ser usado em políticas para evitar a destruição. A floresta que abriga a quarta maior árvore do mundo está entre as mais ameaçadas. A seguir, informações divulgadas pelo Imazon.
A corrida da transição energética verde conta com diferentes países desenvolvidos em fases de maturação distintas e movimentos contraditórios. A China, por exemplo, lidera a corrida de carros elétricos e fontes alternativas, enquanto queima a maior quantidade de carvão do mundo. Os EUA, apesar do financiamento federal bilionário em energia limpa, derrapam na venda de veículos elétricos.
