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Com o crescente debate sobre minorias, diversidade, equidade e inclusão, a teoria dos fringe stakeholders ganhou fôlego. Politicamente mais fracos, com baixa legitimidade e ideais divergentes com relação à empresa, são geralmente negligenciados em iniciativas multistakeholders. Mas a inclusão desses atores forneceria conhecimento mais profundo sobre como instituições e dinâmicas sociais podem apoiar mudanças ou resistir a elas na transição para a sustentabilidade.
Maior atenção sobre a agenda da biodiversidade levantou a necessidade de revisar padrões para a divulgação dos impactos das empresas e como são gerenciados. Minuta para consulta da revisão da norma GRI 304 estará aberta de 8 a 28 de fevereiro.
Hora de trocar o gás
O gás natural faz parte das estratégias de transição energética dos países. Mas esse gás de origem fóssil não deve ser considerado como fonte limpa, segundo estudo da rede C40. A recomendação é que os países se planejem para retirá-lo de suas matrizes energéticas o mais cedo possível, direcionando investimentos para fontes renováveis e para eficiência energética.
Rede global anunciada em Davos pretende reunir diversos programas de mais de 20 países em um único espaço para troca de conhecimento. A expectativa é contribuir para o desenvolvimento de um ambicioso Tratado Global dos Plásticos.
Revolução na energia
De refrigeradores inteligentes a caminhões elétricos de alta performance, startups buscam tecnologias avançadas para a transição energética essencial no enfrentamento da mudança climática, com impacto socioambiental positivo na cadeia de suprimentos.
Estudo mostra como povos indígenas com sólidos direitos sobre seus territórios podem resistir à grilagem de terras, proteger e reflorestar a fragmentada Mata Atlântica, hotspot de biodiversidade.
