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Remunerar comunidades indígenas e tradicionais pelo serviço de proteger o capital natural brasileiro representaria uma revolução econômica, cultural e ambiental sem precedentes no planeta, já dizia Mary Allegretti em 2006. Para a antropóloga, somente uma política inovadora especificamente formulada para remunerar um serviço ambiental poderia manter vivas as áreas protegidas. Dezoito anos depois, o quanto avançamos nisso?

Publicação, a ser lançada pela Concertação na Cúpula da Amazônia, reforça a importância de uma abordagem integradora e multidisciplinar para o desenvolvimento sustentável das Amazônias. E revela de que forma educação, saúde, segurança, bioeconomia, ciência e tecnologia, povos indígenas e comunidades tradicionais conectam-se entre si

Literatura foi o principal tema do segundo webinar da série Notas Amazônicas, promovido pela rede Uma Concertação pela Amazônia, em parceria com a Página22. O evento procurou entender o papel da cultura e das artes na construção de imaginários amazônicos e até que ponto isso se conecta com o desenvolvimento da região.

Juntas e misturadas, propostas a serem adotadas nos 100 primeiros dias de governo podem semear uma agenda integrada para a região, nas esferas federal e estadual, dialogando tanto com o poder executivo quanto com o legislativo. Confira o debate sobre o documento lançado em outubro por Uma Concertação pela Amazônia.

O fenômeno de bloqueio das estradas que marcou os primeiros dias após a derrota do presidente Bolsonaro nas urnas é a metáfora eloquente para o legado de seu governo. Foram quatro anos de perturbação dos fluxos de cuidado na saúde pública e de aprendizagem na educação, entre outros. É urgente estimular um modo mais focado na formação integrada de seres humanos, a partir de fluxos e trocas no coletivo.

Uma Concertação pela Amazônia lança documento com propostas para os primeiros 100 dias de governo. Com uma abordagem sistêmica, que tem como pilares proteção ambiental, inclusão social e desenvolvimento econômico, texto propõe ações concretas para a região que podem ser adotadas já no início dos mandatos do Executivo federal e estadual e Congresso Nacional.

O software “Linklado” dá suporte para a escrita e contribui para a transmissão e sobrevivência de mais de 40 línguas nativas da Amazônia. Além de proteger as culturas indígenas do glotocídio, que resulta no desaparecimento de uma língua, a iniciativa facilita a produção e a disseminação de conhecimento por cientistas indígenas e não-indígenas